Lula questiona lisura da eleição e provoca reação no TSE
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião ministerial - 20.01.2025 (Foto: Ricardo Stuckert/PR) BRASÍLIA, SEGUNDA-FEIRA, 14 DE SETEMBRO DE 2026 – Nº 4.441 Queimando a língua Não bastassem as acusações de Jair Bolsonaro sobre a legitimidade e segurança das urnas eletrônicas – que o levaram à cadeia – agora é o presidente Lula da Silva (PT) quem queima a língua a 20 dias da eleição.
Repercutiu muito mal no Tribunal Superior Eleitoral – das hostes aos ministros, dos técnicos aos juízes auxiliares – a fala do presidente, há dias em Teresina, citando risco de “falcatrua” na eleição e cobrando lisura no procedimento.
Piauí é a terra natal do ministro presidente do TSE, Cássio Nunes – indicado por Bolsonaro.
Até ontem, não há registro de que nenhum presidente vá enviar comitivas para acompanhar a eleição no Brasil – tampouco os Estados Unidos, a quem Lula sugere que pode influenciar no pleito.
O TSE confirma que pelo menos sete organizações internacionais de renome vão acompanhar em Brasília a totalização das urnas, entre elas comitivas da OEA, Parlasul e União Europeia.
Mais mercado Organizada pelo Ministério da Agricultura, a auditoria presencial realizada pela autoridade sanitária da Indonésia, ocorrida entre junho e julho, habilitou 21 frigoríficos brasileiros para exportação de carne e miúdos bovinos para o país asiático.
O total de estabelecimentos autorizados a atender os indonésios saltou de 52 para 73.
Os novos liberados para a exportação são do AC, GO, MT, MS, PA, PE, RS, RO, SP e TO.
Voto & mercado A poucas semanas das eleições, o presidente Lula dosa sua agenda por cálculo eleitoral, explorando temas a taxação das blusinhas e o fim da escala 6×1, mas evitando desgaste com temas espinhosos.
Segue fora da pauta, para citar um caso, a dragagem do Rio Tapajós na região Norte, autorizada pela Marinha e pela SEMAS, paga pelo setor privado para manter a navegabilidade do Arco Norte e conter o custo do frete.
Aldeia Maracanã Deve ser desfeita a promessa de compra e venda do terreno da Aldeia Maracanã (ao lado do estádio), antigo Museu do Índio, realizada em 2013 entre a Conab – detentora do espaço – e o Governo do Rio de Janeiro.
O acordo previa pagamento de R$ 60 milhões pelo Estado, que quitou pequena parte do valor.
Em posse da União, a intenção é transformar a Aldeia em reserva indígena.
Lá vivem 14 famílias de diferentes etnias.
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