terça-feira, 25 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Cruzeiro bonito x Atlético invicto... Copa do Brasil recomeça imprevisível Juventude tenta assumir a liderança da Série B no fechamento da 24ª rodada Cris Cyborg dispara contra Kayla Harrison após despedida da PFL São Paulo: situação ainda busca candidato à presidência e grupos articulam Cruzeiro x Atlético-MG: horário e onde assistir ao jogo da Copa do Brasil Perto do fim, janela chega a R$ 51 bi e se aproxima de recorde histórico 'Espelho' dos titulares: como Allan pode se encaixar no Manchester City Grana, vingança e fama: o peso clássico mineiro muito além de vaga na semi Neymar ainda é mistério, mas Cuca tem plano definido para encarar Palmeiras Recordista, Allan ia ser emprestado e teve voto de confiança no Palmeiras Cruzeiro bonito x Atlético invicto... Copa do Brasil recomeça imprevisível Juventude tenta assumir a liderança da Série B no fechamento da 24ª rodada Cris Cyborg dispara contra Kayla Harrison após despedida da PFL São Paulo: situação ainda busca candidato à presidência e grupos articulam Cruzeiro x Atlético-MG: horário e onde assistir ao jogo da Copa do Brasil Perto do fim, janela chega a R$ 51 bi e se aproxima de recorde histórico 'Espelho' dos titulares: como Allan pode se encaixar no Manchester City Grana, vingança e fama: o peso clássico mineiro muito além de vaga na semi Neymar ainda é mistério, mas Cuca tem plano definido para encarar Palmeiras Recordista, Allan ia ser emprestado e teve voto de confiança no Palmeiras
Últimas

Após 6 meses de guerra, Hormuz tem tráfego mínimo e milhares de marinheiros seguem bloqueados

UOL Notícias ·
Após 6 meses de guerra, Hormuz tem tráfego mínimo e milhares de marinheiros seguem bloqueados

Seis meses após o início da guerra no Oriente Médio, o Estreito de Ormuz continua praticamente paralisado, com 6.000 marinheiros bloqueados e um tráfego de navios de carga de commodities muito abaixo do nível normal.

O estreito é o principal foco do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel, iniciado em 28 de fevereiro.

Antes de o Irã bloquear o estreito em resposta aos bombardeios americanos e israelenses de fevereiro, 20% das exportações mundiais de petróleo e gás passavam por esta via marítima.

A Guarda Revolucionária iraniana também adverte sobre uma "zona de perigo", que poderia conter minas, de quase 1.400 quilômetros quadrados.

Após o Irã fechar o estreito em 1º de março, o tráfego marítimo caiu para quase 10 travessias por dia, contra a média diária de 95 em fevereiro, segundo análise da AFP baseada em dados da agência Kpler, que monitora embarcações.

O acordo assinado em junho entre Estados Unidos e Irã possibilitou uma recuperação parcial, com 36 travessias por dia, antes de uma nova queda, para a média de 15 entre 8 de julho ? quando as hostilidades foram retomadas ? e 22 de agosto.

A Organização Marítima Internacional (OMI) confirmou um total de 68 incidentes de ataques a navios comerciais, média de um a cada 2,6 dias.

Pelo menos 20 marinheiros ou trabalhadores portuários morreram, 35 ficaram feridos e um é considerado desaparecido, segundo a OMI.

Antes da guerra, os navios atravessavam livremente o estreito por uma rota no centro da via, adotada pela OMI. Atualmente há duas rotas distintas: uma ao norte, perto da costa iraniana e autorizada por Teerã, e outra ao sul, entre a costa de Omã e as áreas potencialmente minadas.

Durante o período de relativa calma entre 17 de junho e 7 de julho, nove navios por dia, em média, utilizaram a rota iraniana e oito, a via de Omã. Os demais transitaram por rotas não identificadas ou pelo tradicional corredor da OMI.

Desde o colapso da trégua em 8 de julho, dois terços das travessias são feitas de forma "obscura" ou desconhecida, contra menos de 1% antes da guerra, segundo a Kpler.

As travessias envolvem navios cuja rota exata não pode ser confirmada devido à insuficiência de dados causada por transponders desativados, interferência de sinais ou falta de imagens de satélite.

Quase 6.000 marinheiros e 500 navios continuam retidos no Golfo desde o início do conflito, indicou a OMI à AFP.

A organização destacou que negociações estão em curso para definir uma rota marítima segura, mas o resultado "depende da desescalada na região".

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›