terça-feira, 22 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Trump diz que EUA usarão 'poderio militar' na América Latina, 'se necessário'; Lula na ONU: 'Brasil não cabe no quintal de ninguém' Financiamento de veículos em agosto é o maior em 15 anos, diz Bolsa B3 BNDES libera R$ 180,7 milhões para usinas de biometano em SP e ES AMD entra no clube de US$ 1 trilhão com rali de ações de chips Arrecadação atinge R$ 235,6 bilhões em agosto, recorde histórico para o mês Itaú eleva preço-alvo da Petrobras a R$ 64 e mantém recomendação de compra Movida lança R$ 1,275 bi em debêntures para investidores profissionais Vale confirma compra 30% da mineradora Ligga por US$ 190 milhões Dólar sobe a R$ 5,12 e Bolsa tem queda, após BC divulgar ata do Copom Ata do Copom e arrecadação de agosto são os destaques desta terça Trump diz que EUA usarão 'poderio militar' na América Latina, 'se necessário'; Lula na ONU: 'Brasil não cabe no quintal de ninguém' Financiamento de veículos em agosto é o maior em 15 anos, diz Bolsa B3 BNDES libera R$ 180,7 milhões para usinas de biometano em SP e ES AMD entra no clube de US$ 1 trilhão com rali de ações de chips Arrecadação atinge R$ 235,6 bilhões em agosto, recorde histórico para o mês Itaú eleva preço-alvo da Petrobras a R$ 64 e mantém recomendação de compra Movida lança R$ 1,275 bi em debêntures para investidores profissionais Vale confirma compra 30% da mineradora Ligga por US$ 190 milhões Dólar sobe a R$ 5,12 e Bolsa tem queda, após BC divulgar ata do Copom Ata do Copom e arrecadação de agosto são os destaques desta terça
Economia

Fusão Afya-Yduqs: onde estão os riscos e as oportunidades para as empresas e concorrentes, segundo o BBA

Money Times ·

O Itaú BBA manteve a recomendação outperform (equivalente a compra ) para Afya ( AFYA ) e Yduqs ( YDUQ3 ) ao avaliar uma possível combinação entre as empresas.

Na visão da casa, se aprovada, a fusão criaria a maior plataforma de educação médica listada na bolsa brasileira, com mais de 6.500 vagas de medicina.

A análise do BBA é de que os portifólios das empresas são complementares em nível nacional, mas a análise de concentração de mercado indica alguns pontos de atenção.

Regulamentação pode ser o principal desafio Um dos pontos mais acompanhados pelo mercado em uma eventual fusão entre Afya e YDUQS é a análise do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Na avaliação do Itaú BBA, a expectativa é de que o regulador analise a concorrência por curso e por mercado local, seguindo precedentes já observados em operações do ensino superior.

O relatório destaca que o Cade já demonstrou em operações anteriores que tende a avaliar segmentos específicos da educação separadamente, o que abre espaço para uma análise individual do mercado de Medicina.

A vantagem para as companhias é que a sobreposição direta dos portifólios acontece em poucas cidades, embora a proximidade entre campi aumente quando se amplia o raio de influência.

As maiores preocupações identificadas pelo banco aparecem em Teresina (PI), Ji-Paraná (RO), Grande Belém, Grande Salvador e, principalmente, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

O Grande Rio é o destaque, uma vez que a participação combinada chega a aproximadamente 50% das vagas privadas de Medicina dentro de um raio de 50 quilômetros.

Para evitar tensões concorrenciais na análise regulatória, o BBA sugere que uma possibilidade seria a venda de escolas de Medicina ou vagas em áreas delimitadas, “ao invés de medidas mais amplas que afetassem a combinação a nível nacional”.

Os analistas ressaltam, porém, que a avaliação regulatória dependeria da estrutura efetiva da operação e da análise da concorrência em cada mercado local.

Potencial redução de despesas Além dos ganhos estratégicos, o estudo avalia o potencial de redução de despesas administrativas da Yduqs.

Em um cenário hipotético, uma economia de 20% nas despesas gerais e administrativas poderia gerar aproximadamente R$ 338 milhões em economias após impostos.

Esse benefício seria parcialmente compensado por cerca de R$ 80 milhões em custos tributários adicionais relacionados ao Pilar Dois – regras globais da OCDE para garantir uma tributação efetiva mínima de 15% sobre os lucros corporativos de grandes multinacionais.

Ler a notícia completa no Money Times ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

Mais de Money Times

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›