Doença que afeta influenciador Lito fez alagoana perder memória em pouco tempo: 'Foi um luto em vida'
Patrícia Rocha antes e depois de ser atingida pela doença rara e degenerativa Creutzfeldt-Jakob Arquivo Pessoal A empresária Patrícia Rocha, de 52 anos, recebeu em março de 2026 um laudo sugestivo de doença de Creutzfeldt-Jakob, uma enfermidade rara e degenerativa, a mesma que foi diagnosticada no influenciador Lito.
Os primeiros sintomas começaram a aparecer em meados de 2025. 📱Participe do canal do g1 Alagoas Dona de uma padaria em Capela, na Zona da Mata de Alagoas, Patrícia passou a esquecer o nome dos pães, não reconhecer clientes antigos e evitar o atendimento ao público, alegando estar estressada. 🔎A doença de Creutzfeldt-Jakob é neurodegenerativa, tem evolução rápida e não possui cura.
Estima-se que afete uma a duas pessoas a cada milhão.
A filha de Patrícia, a advogada Erika Lins, de 34 anos, contou ao g1 que a família passou a viver o que define como um “luto com a mãe ainda em vida”.
Agora no g1 “Foi muito difícil, porque foi tudo muito rápido.
Primeiro eram coisas que poderiam até parecer pequenas, mas, aos poucos, fomos percebendo que estávamos perdendo características dela como sempre a conhecemos.
É um sentimento muito difícil de explicar, porque a pessoa que você ama está ali, mas vai perdendo a autonomia, as lembranças, a capacidade de se comunicar e tantas coisas que faziam parte de quem ela era”, afirma Erika.
Em setembro de 2025, uma neurologista em Maceió alertou que o quadro avançava rapidamente e recomendou que a família procurasse atendimento especializado fora de Alagoas.
Patrícia foi levada para Curitiba, onde chegou a ser internada durante três dias para um tratamento experimental contra encefalite.
Não houve resposta positiva.
Os médicos investigavam possibilidades como encefalite, demência frontotemporal, uma forma agressiva de Alzheimer, e a própria doença de Creutzfeldt-Jakob.
Patrícia apresenta confusão mental Entre outubro e novembro de 2025, Patrícia perdeu a percepção de fome e sede, deixou de compreender a utilidade de objetos cotidianos, como o celular, e passou a apresentar episódios de confusão mental.
Também começou a arrumar e desarrumar malas diariamente porque acreditava que precisava voltar para Alagoas.
De volta ao estado, o quadro continuou avançando.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Alagoas.