Cientistas revelam o que acontece ao mudar de uma dieta de baixo teor de carboidratos para uma de alto teor de carboidratos
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Mudar de dieta low-carb para high-carb do nada dá um baita choque no seu metabolismo, bagunçando desde o peso até o pico de açúcar no sangue. Pesquisadores apontam que o corpo humano leva um tempinho para religar as turbinas certas e processar esse balde de energia extra sem nenhum sofrimento.
Segundo a pesquisa destacada no portal ScienceAlert , quando a gente corta os pães da vida, o organismo desliga várias enzimas vitais de quebra da glicose. Ao voltar a comer muita massa de uma vez, a sua insulina não dá conta do recado logo de cara. Isso gera picos enormes que deixam você com um cansaço pesado logo após o almoço.
O sistema digestivo também fica confuso com essa troca brusca de combustível na rotina de casa. A sua flora intestinal muda bastante durante aquela fase restrita nos pratos diários. Uma bomba de energia nova no estômago exige que as bactérias boas voltem a trabalhar dobrado na sua barriga.
Sim, aquele susto enorme na balança logo na primeira semana não é de gordura acumulada , mas sim pura retenção de líquido temporária. Cada grama de carboidrato que o seu corpo guarda dentro dos músculos puxa junto cerca de três gramas de água pura.
Isso faz a roupa apertar da noite para o dia, mas é apenas o seu estoque natural voltando ao padrão de fábrica. Manter a calma nessa hora evita que você surte no banheiro e jogue toda a sua reeducação alimentar no lixo por bobeira.
Abaixo você compara as reações do organismo ao fazer essa troca de forma gradual ou na força bruta.
O grande truque exposto nessa comparação é avisar o metabolismo que a comida está voltando sem sobrecarregar o pâncreas. Ter essa pequena paciência salva a sua rotina de dores de cabeça e daquelas oscilações chatas que tiram a sua paz.
Separamos as regras mais indicadas pelos nutricionistas para você fugir do péssimo efeito sanfona na barriga.
Os médicos e estudiosos da área notaram que a volta ao normal não acontece num piscar de olhos e exige pelo menos duas semanas completas de adaptação. O seu sistema biológico precisa de dias para criar as novas enzimas digestivas e acordar a sensibilidade natural das células novamente.
Passado esse pequeno perrengue chato, a máquina humana volta a rodar lisa e aquele inchaço estranho da barriga some sozinho. Dar tempo ao tempo continua sendo a regra de ouro para que a sua saúde mental e física não cobre uma conta cara demais lá na frente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.