Garotinho propõe pagar piso nacional do magistério e mudança no currículo das escolas do RJ
Garotinho em agenda no Norte Fluminense Reprodução TV Globo O candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) prometeu, durante agenda de campanha em Carapebus, no Norte Fluminense, garantir o pagamento do piso nacional do magistério e propôs mudanças no currículo das escolas públicas do estado.
A ideia apresentada por ele é manter as disciplinas tradicionais pela manhã e oferecer formação tecnológica aos estudantes no período da tarde. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça "A nossa escola prevê funcionamento na parte da manhã com as matérias tradicionais português, matemática, história e geografia.
E na parte da tarde, ensino o tecnológico pra poder capacitar os alunos para o novo mercado de trabalho que está surgindo", explicou.
Agora no g1 Garotinho caminhou pelas ruas da cidade, entrou em estabelecimentos comerciais e conversou com moradores durante a agenda.
Na educação, além da valorização dos professores, o candidato defendeu uma mudança na formação dos alunos para aproximá-la das demandas do mercado de trabalho.
O candidato também propôs mudanças na Faetec, rede estadual voltada para a formação técnica e profissionalizante.
"É preciso que a Faetec seja transformada numa fundação tecnológica e os alunos passem a aprender tecnologia nas escolas como acontece em outros países", disse Garotinho.
A proposta, segundo Garotinho, busca preparar os estudantes para as transformações do mercado de trabalho.
Segurança como prioridade Na segurança pública, Garotinho afirmou que pretende criar o chamado "Bope 2.0", uma unidade de ocupação permanente de comunidades com atuação conjunta das forças de segurança.
Segundo o candidato, a Polícia Militar faria a ocupação dos territórios, enquanto a Polícia Civil atuaria na investigação e na localização de drogas, armas e criminosos.
Garotinho também propõe a criação de uma "tropa social", formada por equipes que entrariam nas comunidades junto com as forças de segurança para levar ações de esporte, educação e saúde.
Outra proposta apresentada pelo candidato é fazer um convênio com as Forças Armadas para reforçar o isolamento das comunidades durante as operações.
Segundo ele, os militares não entrariam nos locais, mas ajudariam no cerco enquanto as polícias realizariam as ações.
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