Empatia e boa comunicação transformam a relação entre médico e paciente
A empatia e a capacidade de transmitir informações de maneira simples e acessível são pilares essenciais na assistência à saúde.
Mais do que um atributo pessoal, saber adaptar a linguagem e se colocar no lugar do paciente ajuda a estabelecer vínculos, aumentar a adesão aos tratamentos e assegurar desfechos clínicos positivos.
Para o urologista e professor Eufânio Saqueti, coordenador da graduação em Medicina do Centro Universitário Integrado, eleito pelo Ministério da Educação (MEC) como a melhor instituição de ensino superior do estado e detentora de um dos melhores cursos de Medicina do Paraná, a essência da atividade médica fundamenta-se no cuidado integral.
“Isso envolve saber ouvir o outro, compreender e se fazer entender.
Por isso, os médicos precisam desenvolver a competência de se comunicar adequadamente com todos os pacientes, independentemente de condição social, renda, credo ou crença de quem precisa de ajuda para cuidar da saúde”, destaca.
O impacto do acolhimento na consulta médica No contexto do atendimento presencial ou do ambiente hospitalar, quem busca auxílio frequentemente vivencia momentos de vulnerabilidade física ou emocional.
Por essa razão, o docente enfatiza que qualquer queixa trazida à consulta precisa ser respeitada.
Essa aproximação traz ganhos para ambos os lados: Benefícios para o paciente: Melhoria na adesão ao tratamento: Explicações claras e orientações acessíveis contribuem para que as recomendações sejam seguidas corretamente no cotidiano.
Redução da ansiedade e estresse: Um ambiente acolhedor diminui a tensão da consulta, permitindo que o indivíduo compreenda melhor sua condição de saúde.
Aumento da confiança e satisfação: O respeito mútuo fortalece o vínculo com o profissional e eleva a percepção de qualidade do atendimento.
Vantagens para o médico: Diagnósticos mais precisos: A escuta atenta revela detalhes, históricos e dores que exames laboratoriais isolados não conseguem captar.
Mitigação de erros e falhas de comunicação: Traduzir a conduta clínica de forma simples diminui equívocos e previne atritos interpessoais.
Redução de reclamações: O diálogo transparente mitiga riscos de questionamentos jurídicos.
Propósito profissional: O bom relacionamento proporciona um sentido mais amplo e gratificante ao exercício da medicina.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.