Pinda projeta Los Angeles com Isaquias Queiroz ao lado da nova geração
Com o planejamento estratégico e matemático definido pelo técnico Lauro Pinda para a corrida olímpica de Los Angeles 2028, a seleção brasileira de canoagem velocidade volta suas atenções para o fator humano.
Como gerenciar a transição de novos talentos e, principalmente, qual o papel do maior nome da história do esporte no país no meio dessa renovação? + SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK Um dos fatores que envolvem a participação de Isaquias Queiroz é a disputa da C2.
A principal prova do brasileiro é a C1, porém ele disputou as duplas nas três Olímpiadas em que esteve, sendo medalhista de prata na primeira, no Rio.
De lá pra cá, perdeu o principal parceiro, Erlon Souza e os pódios não vieram em Tóquio e em Paris .
Após 2024, ele colocou em dúvida se voltaria a competir nessa modalidade .
Isaquias Queiroz no Pan-Americano de Canoagem de Velocidade.
Foto: reprodução/CBCa “O que nós buscamos aqui dentro da seleção é não ter uma dependência do Isaquias.
Porque é um atleta que já tem uma carreira vitoriosa e precisa se motivar para ir para mais uma Olimpíada”, detalha Lauro Pinda ao Olimpíada Todo Dia.
Ele ressalta que o barco C2 foi moldado para ser competitivo mesmo na ausência do ídolo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.olimpiadatododia.com.br — o conteúdo pertence a Olimpíada Todo Dia.