Netflix tem série eletrizante que mistura conspiração, política e ação
A Netflix reúne diversas séries de ação e suspense em seu catálogo, mas Designated Survivor teve uma trajetória diferente.
A produção nasceu na televisão aberta dos Estados Unidos e acabou cancelada após duas temporadas.
O potencial de sua mistura de conspiração, política e ação, porém, fez com que a plataforma decidisse resgatar a série para mais um ano.
A comparação com 24 Horas é praticamente inevitável.
Além de contar com Kiefer Sutherland como protagonista, Designated Survivor coloca seu personagem no centro de uma crise nacional e mistura ameaças contra os Estados Unidos com conflitos pessoais.
Já as disputas pelo poder lembram House of Cards , um dos primeiros grandes sucessos originais da Netflix.
Designated Survivor mistura política e ação Lançada em 2016, a série acompanha Tom Kirkman (Sutherland), secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos Estados Unidos escolhido como o “sobrevivente designado”.
Durante um grande evento político, ele é mantido em um local seguro para garantir a continuidade do governo caso uma tragédia aconteça.
Uma explosão mata o presidente e várias das principais autoridades do país, fazendo com que Kirkman assuma inesperadamente a presidência.
Sem experiência para enfrentar uma crise dessa dimensão, ele precisa comandar os Estados Unidos enquanto tenta descobrir quem realizou o ataque e quais eram seus verdadeiros objetivos.
Maggie Q, Natascha McElhone, Kal Penn e Adan Canto completam o elenco.
Netflix salvou Designated Survivor do cancelamento Apesar de sua premissa e do elenco conhecido, Designated Survivor foi cancelada pela ABC em 2018, depois de duas temporadas.
A Netflix assumiu a produção e encomendou uma terceira temporada com dez episódios, lançada em 2019.
A plataforma já havia feito algo parecido com Longmire e posteriormente também resgataria séries como Lucifer .
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