Polícia ouve testemunhas sobre mortes e maus-tratos de animais na Universidade Federal do Amapá
Estudantes da Unifap fazem apelo após episódios de violência contra animais no campus.
Divulgação/Projeto Mi-au A Polícia Civil do Amapá investiga responsabilidades e a identidade de suspeitos nos casos de mortes e maus-tratos contra animais comunitários no campus Marco Zero da Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Macapá.
As diligências estão em andamento e o objetivo é identificar os responsáveis para esclarecer as circunstâncias das agressões.
A área onde os crimes ocorreram pode ter sido acessada por pessoas de fora da instituição.
Baixe o app do g1 para vr notícias do AP em tempo real e de graça "Ocorreu num período ainda não-letivo, o que não dá pra excluir a participação de alguém de fora da comunidade acadêmica, né? É um local de passagem para o bairro Zerão, Universidade, algo que ainda está em apuração", disse Nixon Kenedy, delegado titular da 9ª Delegacia de Polícia Civil.
Violência Os casos recentes incluem episódios de envenenamento, uso de cola de sapateiro na pelagem, espancamentos e até a decapitação de uma gata.
Animais foram encontrados com sinais de violência, entre eles, um gato com a mandíbula quebrada e o cão comunitário conhecido como “Marginal”, que morreu em frente ao prédio da Pró-Reitoria de Extensão e Ações Comunitárias (Proeac).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amapá.