Pacientes diabéticos enfrentam dificuldade para receber sensor glicêmico pelo SUS em Tatuí
Famílias de Tatuí relatam dificuldade para receber sensores de glicemia pelo SUS Os pacientes com diabetes em Tatuí (SP) enfrentam dificuldades para receber regularmente sensores de glicemia fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A prefeitura informou que houve um problema com o distribuidor e que o abastecimento deve ser normalizado.
O sensor permite monitorar os níveis de glicose sem a necessidade de furar o dedo várias vezes ao dia.
Famílias que obtiveram na Justiça o direito de receber o aparelho relatam, porém, que os sensores não estão sendo entregues de forma regular. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Victor Santi é um dos pacientes que dependem do aparelho para controlar a glicemia.
Segundo ele, são necessários dois sensores por mês, mas, na maioria das vezes, nenhum deles é entregue.
"Há uns três meses que não vem mais nenhum.
Ou eu aceito voltar a viver como eu vivia há 10 anos, furando o dedo toda hora, ou eu tenho que dispor de um recurso que vai sair do meu orçamento mensal para gastar na farmácia", lamenta.
Para famílias com crianças, o impacto pode ser ainda maior.
Arthur Salzalli tem apenas oito anos e é diagnosticado com diabetes tipo 1, precisando de acompanhamento constante.
À TV TEM, a mãe do menino, Flávia Salzalli, afirma que o controle da glicemia faz parte da rotina diária do filho.
Segundo ela, a necessidade de furar o dedo várias vezes ao dia para medir os níveis de glicose é um incômodo para a criança.
"O sensor funciona como uma 'bola de cristal'.
Você está sempre passando e verificando aquela glicose, é bem mais prático.
Acredito que não seja fácil para uma criança ficar toda hora sendo picada no dedo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.