A decisão de Moraes que beneficia Luciano Hang
O ministro Alexandre de Moraes arquivou uma investigação contra o empresário Luciano Hang, que analisava se ele ajudou os bloqueios de estradas ocorridos após a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro, seu aliado, em 2022.
Uma loja da Havan em Rio do Sul (SC) foi usada como base dos manifestantes antidemocráticos.
A PF e a PGR concluíram, no entanto, que não há provas da colaboração dos dirigentes da empresa com os atos.
“Concluídas as diligências, foi elaborado o relatório final da investigação, no qual se consignou que, muito embora comprovada a utilização do espaço físico da Havan S.
A. pelos manifestantes, os elementos informativos reunidos não permitiram concluir pela autorização de uso da estrutura da empresa ou por colaboração material de seus representantes com o movimento”, afirmou a PF.
Na mesma linha, a PGR considerou que “embora evidenciado que os manifestantes utilizaram a estrutura física da loja Havan às margens da BR-470, no trevo de acesso a Rio do Sul/SC, como ponto de promoção dos atos antidemocráticos, os elementos angariados durante as investigações não permitiram inferir o envolvimento direto dos representantes da empresa no bloqueio realizado em tal localidade”.
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