segunda-feira, 12 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Meta lança modelos de IA Muse Wonder em desafio a Anthropic e OpenAI› Meta lança IA para disputar espaço com OpenAI e Anthropic› Crise na China atinge LVMH e diminui esperanças de renascimento do mercado de luxo› Microsoft planeja grande implantação de chips de IA próprios para reduzir custos› Remessas globais de smartphones registram pior terceiro trimestre em 14 anos em meio à escassez de memória› WhatsApp mata era da mensagem gratuita e dispara alerta para boleto inédito› Presidente da Microsoft diz que leite tem mais regulamentações do que IA› Andrew Garfield diz que filme "Artificial", sobre OpenAI, volta foco para criadores de "novo mundo"› IAgora: por que os matemáticos estão furiosos com a OpenAI?› O plano de Zuckerberg, Google e governo que vai mudar totalmente a biologia› Meta lança modelos de IA Muse Wonder em desafio a Anthropic e OpenAI› Meta lança IA para disputar espaço com OpenAI e Anthropic› Crise na China atinge LVMH e diminui esperanças de renascimento do mercado de luxo› Microsoft planeja grande implantação de chips de IA próprios para reduzir custos› Remessas globais de smartphones registram pior terceiro trimestre em 14 anos em meio à escassez de memória› WhatsApp mata era da mensagem gratuita e dispara alerta para boleto inédito› Presidente da Microsoft diz que leite tem mais regulamentações do que IA› Andrew Garfield diz que filme "Artificial", sobre OpenAI, volta foco para criadores de "novo mundo"› IAgora: por que os matemáticos estão furiosos com a OpenAI?› O plano de Zuckerberg, Google e governo que vai mudar totalmente a biologia
Últimas

IA e guerra nuclear estão entre as maiores ameaças à humanidade até 2100, alerta relatório

Veja ·
IA e guerra nuclear estão entre as maiores ameaças à humanidade até 2100, alerta relatório

Uma nova avaliação de risco global apontou que a humanidade enfrenta ameaça real de extinção até o ano de 2100, impulsionada pelo uso malicioso de inteligência artificial (IA) ou por possíveis conflitos nucleares.

O estudo, divulgado no sábado 10, foi elaborado por uma comissão de 35 especialistas internacionais vinculados à revista The Lancet e será apresentado na Cúpula Mundial da Saúde, em Berlim, na Alemanha .

O relatório lista 17 grandes ameaças à saúde e sobrevivência humana para os próximos 75 anos.

Além dos riscos de extinção, a lista inclui a crise climática, a desnutrição infantil, o aumento da resistência antimicrobiana, a poluição do ar e os recentes cortes na ajuda humanitária promovidos por países ricos.

Todas as ameaças catalogadas possuem soluções viáveis, segundo os especialistas.

Pior cenário De acordo com os pesquisadores, o uso de IA para o desenvolvimento de armas biológicas e o eventual surgimento de um conflito nuclear representam os cenários mais severos para os próximos 75 anos.

Apesar da probabilidade individual desses eventos ser considerada baixa, o impacto potencial poderia ser devastador.

Um editorial da revista The Lancet , publicado juntamente com o relatório, alerta: “A escala dos danos, caso se concretizem, infligiria um apocalipse à humanidade”.

Para mensurar a gravidade dos problemas, os cientistas utilizaram o indicador DALY (acrônimo em inglês para “anos de vida ajustados por incapacidade”), que calcula os anos de vida saudável perdidos por doenças ou morte prematura.

Entre os fatores com potencial de causar mais de 1 bilhão de DALYs acumulados estão o envelhecimento não saudável, a obesidade, problemas de saúde mental, o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e a hipertensão.

Continua após a publicidade Desigualdade regional A pesquisa destaca que o impacto das ameaças varia profundamente conforme a renda de cada região.

Enquanto países ricos enfrentam desafios focados em doenças não transmissíveis e saúde mental, as nações em desenvolvimento sofrem com a falta de escolaridade e a desnutrição.

Os especialistas também chamam atenção para os recentes cortes na ajuda humanitária promovidos por doadores como Estados Unidos e Reino Unido.

A redução drástica do financiamento à saúde internacional pode acarretar a perda de até 1,5 bilhão de anos de vida saudável, atingindo desproporcionalmente a África Subsaariana , que concentra cerca de 70% desses impactos e a maior parcela da fome infantil.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›