Sargento aposentado que dizia que 'não ia para a cadeia' é condenado a 37 anos de prisão por matar a ex-esposa no Paraná
Júri condena sargento da PM a 37 anos por feminicídio Haroldo Augusto da Cruz, sargento aposentado da Polícia Militar (PM-PR), foi condenado a 37 anos e oito meses de prisão por assassinar Viviane Aparecida Castro Furlan, com quem foi casado.
O júri aconteceu em Marialva, cidade do Norte do Paraná em que o crime foi cometido.
O crime aconteceu na madrugada de 2 de janeiro de 2024, quando Haroldo invadiu a casa onde Viviane e a filha mais nova deles dormiam.
Ele tirou uma faca do bolso e golpeou a ex-companheira ao menos cinco vezes na região do tórax, na frente da menina de 12 anos.
A vítima havia feito uma medida protetiva contra ele em setembro de 2023.
Relembre o caso abaixo.
A defesa de Haroldo informou ao g1 que irá recorrer da decisão.
Clique aqui para ler a manifestação na íntegra. ✅ Siga o canal do g1 Maringá e Região no WhatsApp Eduarda Furlan Borges, também filha do ex-casal, lembrou que o pai era violento com a família e dizia que não seria preso.
O relato foi feito à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, na quinta-feira (27), dia do julgamento.
Haroldo é sargento aposentado e assassinou Viviane com facadas.
Reprodução "Ele ameaçava a gente, que ia matar a minha mãe, eu, minha irmã e depois se matar porque ele também não ia para a cadeia [...].
Batia na gente sempre que possível, por coisa muito besta de dentro de casa", O réu foi condenado por homicídio com as qualificadoras de feminicídio, motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
À época, a investigação apurou que ele matou Viviane por não aceitar o fim do casamento.
Os sete jurados foram unânimes na decisão.
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