As 10 empresas que perderam mais valor de mercado em 9 pregões de queda do Ibovespa
O Ibovespa fechou em mais uma queda nesta sexta-feira (14), completando uma sequência de nove pregões em baixa.
Em meio à saída de estrangeiros da bolsa paulista, um levantamento da Elos Ayta identificou as dez maiores perdas entre as companhias listadas na bolsa neste período de nove quedas, com o Itaú Unibanco ( ITUB4 ) liderando o ranking.
O desempenho do índice também foi marcado pelo vencimento de opções sobre ações e repercussão de balanços.
Dentre as companhias, o Itaú foi a que mais perdeu valor de mercado no período, recuando R$ 43,546 bilhões, passando de um valor de mercado de R$ 489,634 bilhões no último dia 3 para R$ 446,088 bilhões no fechamento do dia 14.
Mesmo com a divulgação de resultados recentemente, com alta no lucro recorrente do segundo trimestre deste ano, a companhia foi a única a perder um valor muito acima de R$ 20 bilhões durante os nove pregões recentes.
Fonte: Elos Ayta Os bancos foram os mais afetados.
Além de Itaú, Bradesco ( BBDC4 ), BTG Pactual ( BPAC11 ) e Banco do Brasil ( BBAS3 ) estão entre as cinco maiores perdas absolutas.
Respectivamente, os bancos perderam R$ 19,117 bilhões, R$ 17,523 bilhões e R$ 16,499 bilhões.
A Petrobras ( PETR4 ) foi a terceira companhia com maior queda de valor de mercado na Bolsa brasileira (e a única fora do setor de bancos entre as cinco maiores perdas).
O valor da petroleira empresa caiu de R$ 596,313 bilhões para R$ 577,763 bilhões entre os pregões, uma queda de valor de mercado de R$ 18,55 bilhões.
As cinco outras empresas que perderam mais valor de mercado, em ordem, foram Ambev ( ABEV3 ), Vale ( VALE3 ), Sabesp ( SBSP3 ), Axia Energia ( AXIA3 ) e BB Seguridade ( BBSE3 ).
O movimento recente mais negativo do Ibovespa tem como pano de fundo preocupações com o efeito do nível elevado de juros na atividade econômica e a perspectiva fiscal do país, além de incertezas eleitorais e geopolíticas.
Após o fechamento desta sexta, o Ibovespa completou a maior série de perdas desde as 13 quedas seguidas de 1º a 17 de agosto de 2023.
Na atual sequência de nove baixas, acumulou um declínio de 6,22%, que reduziu ainda mais a alta no ano, agora para 3,61%.
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