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Caso Gustavo: morte de criança com sinais de violência completa um mês; veja como está a investigação

G1 Tocantins ·
Caso Gustavo: morte de criança com sinais de violência completa um mês; veja como está a investigação

TJ nega habeas corpus de madrasta do menino Gustavo Um mês após a morte do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, em Palmas, o inquérito do caso ainda segue em andamento.

O pai, Igor Gustavo Veloso de Sousa, e a companheira dele, Kathellen Moreira, estão presos preventivamente e são investigados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura.

O caso chamou atenção da Polícia Civil quando o pai procurou uma delegacia no dia 3 de agosto para informar o falecimento do filho por suposto afogamento que teria acontecido no dia anterior.

Entretanto, a perícia apontou que a morte do menino foi causada por laceração intestinal e hemorragia. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Atualmente, Igor Gustavo Veloso de Sousa está preso na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP).

Kathellen Moreira está na Unidade Prisional Feminina da capital.

A defesa deles foi procurada, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem.

Em manifestações anteriores, os advogados destacaram que ambos se apresentaram espontaneamente e que as investigações correm em sigilo (veja notas abaixo).

LEIA MAIS: Menino Gustavo voltava de visitas ao pai com marcas de agressões desde 2024 e foi filmado ‘nitidamente dopado’, diz delegado Madrasta é investigada por omissão na morte do menino Gustavo Veloso, diz delegado 'Muita violência', diz diretor do IML sobre morte de criança de 3 anos em Palmas Gustavo Veloso Feitosa de 3 anos foi encontrado morto em Palmas Reprodução/TV Anhanguera Relembre o caso Gustavo Veloso foi encontrado morto na residência do pai, o advogado Igor Veloso.

Os pais da criança viviam separados e travavam disputas na Justiça por pensão alimentícia.

O laudo pericial do IML descartou qualquer sinal de afogamento e constatou que o menino morreu vítima de hemorragia interna provocada por violência física extrema e lesões graves na cabeça e no intestino.

Segundo documento ao qual o g1 teve acesso, a morte ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”.

A mãe de Gustavo, Sabrina Feitosa, apresentou à polícia relatos, fotos e vídeos indicando que o garoto retornava das visitas ao pai com hematomas e marcas de agressão desde 2024.

Em um vídeo gravado antes da morte, Gustavo aparece chorando e se recusando a ir para a casa do pai.

Durante as investigações, a mãe apresentou vídeos, fotografias e outros registros que, segundo a polícia, mostram um histórico de agressões.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.

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