Olivia Wilde entrou na sua fase ‘não estou nem aí’
Olivia Wilde seria a primeira a admitir que não entende nada de agricultura.
Mas, recentemente, a atriz que se tornou cineasta conversava com um amigo quando surgiu o assunto do pousio — a prática de deixar a terra descansar.
“É quando os agricultores dão uma pausa de um ano e o solo é revolvido”, explica.
“Ele volta a ficar rico em nutrientes.
Ouvi meu amigo descrever a necessidade artística de dar um tempo e deixar tudo se renovar.” Ela faz uma pausa.
“Depois do que passei, eu poderia ter simplesmente voltado à ativa imediatamente.
Mas tirei um tempo para revolver o solo.” Claramente, o tempo que Wilde passou afastada valeu a pena, transformando 2026 em um ano maravilhoso para a sua criatividade.
Tudo começou no Festival de Sundance , em janeiro, com a estreia não de um, mas de dois projetos de Wilde sobre amor, sexo e o campo minado emocional dos relacionamentos modernos.
O primeiro foi I Want Your Sex , o trabalho mais recente do diretor cult Gregg Araki ( Mistérios da Carne ), centrado em um relacionamento de BDSM sem restrições entre uma artista performática — interpretada por Wilde — e seu assistente muito mais jovem ( Cooper Hoffman ).
O segundo foi O Convite , um remake do filme espanhol de 2020 Sentimental , sobre um jantar entre dois casais que sai dos trilhos.
Wilde dirigiu essa comédia de costumes e atua ao lado de Seth Rogen ( O Estúdio) , Penélope Cruz ( Mães Paralelas ) e Edward Norton ( Asteroid City ).
O Convite chegou aos cinemas brasileiros em julho, e a O2 Play anunciou que I Want Your Sex será disponibilizado em outubro.
Ambos são responsáveis por recolocar Wilde em uma posição de grande destaque.
Mais importante ainda: ambos representam uma espécie de renascimento para a artista.
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