terça-feira, 20 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› As contribuições da Astronomia para a formação de Calendários› Desmistificando a radioatividade› UFMG lança chamada pública para projetos em mobilidade veicular inteligente› MIT desenvolve ferramenta baseada em IA para testar modelos de negócios› Plataforma rastreia sinais corporais para investigar origens dos transtornos mentais› Investimento da FAPESP em pesquisa cresce 30% em 2025› Três em cada dez municípios brasileiros não têm plano de contingência contra desastres climáticos› iFood compra empresa de benefícios Caju e dobra presença no setor de vales-alimentação› China critica EUA por proibição do modelo de IA DeepSeek em agências› Anatel manda teles bloquearem ligações abusivas a partir de 12 de novembro› As contribuições da Astronomia para a formação de Calendários› Desmistificando a radioatividade› UFMG lança chamada pública para projetos em mobilidade veicular inteligente› MIT desenvolve ferramenta baseada em IA para testar modelos de negócios› Plataforma rastreia sinais corporais para investigar origens dos transtornos mentais› Investimento da FAPESP em pesquisa cresce 30% em 2025› Três em cada dez municípios brasileiros não têm plano de contingência contra desastres climáticos› iFood compra empresa de benefícios Caju e dobra presença no setor de vales-alimentação› China critica EUA por proibição do modelo de IA DeepSeek em agências› Anatel manda teles bloquearem ligações abusivas a partir de 12 de novembro
Brasil

Justiça dá 120 dias para que ocupantes deixem Terra Indígena Piripkura em MT

G1 Mato Grosso ·
Justiça dá 120 dias para que ocupantes deixem Terra Indígena Piripkura em MT

MT tem o maior índice de devastação entre os estados da Amazônia Legal Imazon A Justiça Federal determinou que os ocupantes irregulares da Terra Indígena Piripkura, entre Colniza e Rondolândia, a 1.065 km de Cuiabá, têm o prazo de 120 dias para desocupar o território e retirar rebanhos de gado, máquinas e funcionários.

A decisão foi divulgada nesta terça- feira (20) e atende a pedidos do Ministério Público Federal (MPF) em uma Ação Civil Pública para proteger os indígenas em isolamento voluntário.

A medida busca proteger o povo Piripkura, que vive em situação de extrema vulnerabilidade.

O local é habitado por Tamandua e Baita, que são dois indígenas em isolamento voluntário que sobreviveram a sucessivos massacres nas últimas décadas.

Eles são supostamente os dois últimos membros do povo Piripkura. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Desde 2008, o território está sob portarias de restrição de uso emitidas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

O local apresentou a maior área desmatada da Amazônia Legal, segundo dados divulgados em abril de 2023 pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

O estudo apontou que o território perdeu, apenas em março de 2023, uma área de floresta equivalente a 100 campos de futebol.

A decisão estabeleceu regras e prazos específicos para dois grupos de ocupantes: Ocupantes anteriores a 2008: pessoas que já estavam na região antes do bloqueio e tinham autorização para permanecer têm 120 dias para retirar o gado.

Além disso, devem cumprir imediatamente as regras ambientais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), sem realizar novos desmatamentos.

Ocupantes que entraram após 2008: quem ocupou a área depois da primeira portaria de interdição da Funai também deve deixar o local em até 120 dias, retirando todos os bens, animais e equipamentos.

O retorno sem autorização está proibido.

As determinações têm cumprimento imediato.

Em caso de descumprimento das ordens, a Justiça fixou multa diária de R$ 500 por réu.

A Funai, com apoio do Ibama e de forças policiais, vai planejar e acompanhar a desocupação para evitar qualquer tipo de contato com os indígenas isolados.

Ler a notícia completa no G1 Mato Grosso ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.

Mais de G1 Mato Grosso

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›