Crítica | ‘O Fim da Rua’ traz Anne Hathaway e Ewan McGregor em um divertido sci-fi que mistura ‘Jurassic Park’ e ‘Cloverfield’
O gênero sci-fi vem ganhando espaço considerável no cenário do entretenimento nesta última década, desde as impecáveis produções do Apple TV , que incluem ‘Silo’ , ‘Fundação’ , ‘Matéria Escura’ e a vindoura adaptação de ‘Neuromancer’ , além do sucesso imbatível de filmes como ‘Duna’ , ‘Devoradores de Estrelas’ e ‘Alien: Romulus’ . Expandindo-se para diversos tipos de narrativas, que misturam drama, comédia, ação e terror, é inegável dizer que as histórias de ficção científica continuam a encantar os cinéfilos e a crítica especializada – e, agora, está na hora de conhecermos mais uma produção que chega aos cinemas no próximo dia 13 de agosto e que recebeu o título de ‘O Fim da Rua’ .
Toda a arquitetura do projeto bebe bastante da clássica franquia ‘Jurassic Park’ e nos apresenta à família Platt, formada por Denise ( Anne Hathaway ), Greg ( Ewan McGregor ) e pelos jovens Audrey ( Maisy Stella ) e Brian ( Christian Convery ). Passando por alguns problemas entre si e em relação aos vizinhos do bairro onde moram, a um tanto quanto monótona e complacente realidade desse núcleo vira de cabeça para baixo quando um evento misterioso os transporta de volta para o passado – mais precisamente, há 250 milhões de anos -, onde se deparam com imponentes criaturas pré-históricas que colocam um ponto de interrogação num futuro que… Bem, de alguma forma, já aconteceu.
Ao que tudo indica, todo o subúrbio onde moram foi, de alguma maneira, alvo de uma estranha força intangível que os trocou de lugar, como uma espécie de “buraco de minhoca” que tomou proporções gigantescas e que, agora, pode ser a única forma deles voltarem para o mundo que conhecem. Todavia, conforme enfrentam pterodáctilos, tiranossauros e velocirraptores – e desviam dos corpos de seus vizinhos que são reduzidos a tripas e a sangue pelas magnânimas criaturas -, os Platt percebem que, para saírem disso, precisarão ficar unidos e enfrentar medos inimagináveis para sobreviverem.
Se pararmos para pensar, o icônico universo assinado por Steven Spielberg , como mencionado dois parágrafos acima, é a principal fonte de inspiração, por mais que a ideia principal seja invertida.
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