Nomad investe mais de R$ 100M para trazer Time Out Market ao Brasil
Benjamin Ramalho, responsável pela franquia do Time Out Market na América Latina, e Thais Souza Nicolau, Diretora de Marketing da Nomad | Crédito: Bruno Marçal A Nomad , conta global com soluções financeiras para brasileiros, está trazendo ao país a primeira unidade do Time Out Market da América Latina.
A empresa firmou um contrato de “experience rights” com duração de 10 anos, com investimento superior a R$ 100 milhões, para viabilizar o projeto, que ocupará o Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, e tem inauguração prevista para o primeiro trimestre de 2027.
O acordo amplia a atuação da Nomad para gastronomia e entretenimento e dá continuidade a uma estratégia de aproximar os clientes de experiências que vão além dos serviços financeiros.
A empresa já mantém iniciativas como o Nomad Lounge, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, e o Nomad Coffee, ao lado do Consulado Americano.
Segundo Thais Souza Nicolau, diretora de Marketing da fintech, o modelo de “experience rights” foi escolhido para dar conta da dimensão da parceria com o Time Out Market.
“Uma parceria tão grandiosa não se encaixava num modelo tradicional de patrocínio do mercado.
Não era só estampar o logo numa fachada.
Envolvia uma colaboração recorrente na plataforma, no espaço físico e também na plataforma do Time Out Global”, afirmou em coletiva de imprensa.
Para Thais, o investimento de mais de R$ 100 milhões no projeto faz parte da estratégia de marketing da Nomad de materializar a marca, que nasceu digital, no mundo físico.
“Temos sempre a preocupação de promover experiências que apresentem a marca de uma forma mais palpável e premium na vida das pessoas.
O Time Out é uma marca global, presente em vários mercados e com uma circulação grande de brasileiros nesses destinos.
Então, para nós, fez muito sentido.” A executiva diferencia o modelo adotado pela Nomad do naming rights, mais comum em contratos entre marcas e espaços de grande porte.
Para Thais, o formato tradicional estabelece uma relação mais limitada com o público, enquanto o experience rights permite uma conexão mais duradoura com a marca.
“Houve um boom de contratos de patrocínio com naming rights, mas acho que somente isso acaba sendo uma coisa muito fria.
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