Review: Com Phantom Blade Zero, China dá aula em jogos
Chegando no fim de 2026 e provavelmente se consolidando como a última grande surpresa do ano, Phantom Blade Zero era um jogo que eu já esperava um grande potencial, mas o que eu não imaginava é que ele viria a se tornar uma das campanhas que mais gostei nessa geração e que me causaria uma reflexão sobre os games AAA da indústria.
Com mais de 55 horas de gameplay, diversas áreas gigantescas exploradas e dezenas de armas para aproveitar, Phantom Blade Zero traz um dos combates mais vistosos e inspirados que já vi, além de um universo muito rico e construído com carinho.
O que experimentei após explorar cada canto de Kunlun e enfrentar dezenas de chefões foi um jogo extremamente recompensador, com muito conteúdo e que dá aula no quesito combate.
Sem dúvidas, uma das melhores experiências do meu ano.
Confira o nosso review completo de Phantom Blade Zero! Uma trama melancólica em um universo de Wuxia A trama de Phantom Blade Zero talvez seja um dos pontos mais curiosos da campanha.
Em um escopo maior, temos diversos elementos da cultura chinesa representados por aqui, além de elementos de Wuxia, que mistura fantasia de artes marciais e um código de honra muito interessante.
Entretanto, a narrativa é contada de uma maneira bem pouco ortodoxa.
De forma nua e crua, seguimos Soul, um mestre da Ordem, uma enigmática organização do mundo de Kunlun, que está sendo caçado pela própria entidade que fez parte da sua vida.
Imagem: S-Game Soul morre logo no começo da aventura e é revivido pelo Artífice de Carne, que oferece o Coração Maculado para ele voltar à vida com uma condição: ele tem apenas 66 dias para limpar seu nome, buscar vingança ou resolver suas pendências.
Pendências essas, inclusive, que não temos ideia quais são.
Se você não ler a sinopse de Phantom Blade Zero (novamente, a sinopse, não estamos falando de spoilers), você sequer vai saber a premissa básica que rege a aventura.
Basicamente, Soul foi acusado de matar o mestre da Ordem, está em fuga para esquivar de sua caçada e tem algum objetivo que não conhecemos.
Simultaneamente, o mundo de Kunlun sofre com a Dissonância, um evento misterioso que transforma pessoas em marionetes e diversas aberrações ameaçam a paz.
Diversos clãs e escolas de artes marciais lutam de formas diferentes para impedir, mas há motivos vis em curso – e não sabemos quais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em flowgames.gg — o conteúdo pertence a Flow Games.