Insuficiência cardíaca: do diagnóstico ao tratamento | VEJA e Cuide-se
Falta de ar ao fazer esforço, cansaço extremo, inchaços pelo corpo, palpitações.
Esses são alguns sinais de uma epidemia pouco conhecida, mas sintomática: cerca de 2 milhões de brasileiros convivem diariamente com a insuficiência cardíaca , segundo dados do Sistema Único de Saúde (SUS) .
O problema ocorre quando o coração perde a capacidade de bombear sangue para todo o corpo.
Mas isso não quer dizer que o músculo cardíaco esteja fraco — a rigidez do órgão também pode levar à falência .
Geralmente, o problema surge após um infarto ou por anos de convívio com doenças crônicas mal controladas, como hipertensão e obesidade .
E nem todo exame o detecta.
Para tirar dúvidas sobre o tema, a VEJA SAÚDE convidou a cardiologista Carolina Casadei dos Santos , m édica responsável pelo Setor de Insuficiência Cardíaca avançada do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo, para participar do mais novo episódio do programa VEJA e Cuide-se .
Continua após a publicidade “A insuficiência cardíaca é a evolução comum de qualquer doença cardíaca não tratada adequadamente”, afirma a médica, também diretora administrativa do Departamento de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
O programa foi conduzido pelo jornalista e redator-chefe Diogo Sponchiato e contou com apoio da Bayer Brasil .
Abaixo, confira a conversa na íntegra no YouTube: Se preferir, ouça no Spotify: Continua após a publicidade O episódio vai ao ar também no streaming da VEJA+ (canal 2075 da Samsung TV Plus), na próxima quarta-feira (14), às 21h. + Leia também: Do remédio ao exercício: o que mudou no tratamento da insuficiência cardíaca O que é a insuficiência cardíaca? “ [A insuficiência cardíaca ] É quando o nosso coração não dá conta de suprir a demanda de oxigênio que todo nosso organismo requer.
Em resumo, a nossa oferta de oxigênio está menor do que a nossa demanda”, explica Santos.
Continua após a publicidade A condição pode ser classificada em insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida , na qual o músculo cardíaco se enfraquece e não consegue bombear o sangue ( coração fraco ), e de fração de ejeção preservada , em que o órgão não consegue se encher de sangue porque o músculo perdeu a habilidade de relaxar consegue relaxar, fazendo com que ele não se encha de sangue completamente (coração rígido).
Diagnóstico O diagnóstico é clínico , baseado nos sintomas relatados pelo paciente e na avaliação física, e pode ser confirmado com exames complementares , como ecocardiograma e dosagem de peptídeos natriuréticos por amostra de sangue.
A doença tem um grande impacto na qualidade de vida do paciente e os sintomas não devem ser normalizados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em saude.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja Saúde.