Crusoé: Renan defende arma nuclear para reposicionar o Brasil
Candidato da Missão retoma discurso de Enéas como instrumento de soberania nacional
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O candidato à Presidência pela Missão, Renan Santos , defendeu que o Brasil tenha armas nucleares durante a sabatina do Jornal Nacional , da TV Globo , nesta quarta-feira, 26.
Segundo o presidenciável, as armas atômicas são necessárias para que o país se reposicione no cenário geopolítico e não seja “submisso” à China ou aos Estados Unidos.
“O mundo está passando por um momento, está vivendo o fim do pacto pós 1945. Hoje, os EUA veem a ascensão da China, o Brasil passou a se aliar ao BRICS. O Brasil ficou sujeito a essas disputas. Se o Brasil quiser ser uma das cinco maiores nações, ela vai precisar ter soberania sobre território, militar e vai ter que discutir bombas atômicas.”
“Não acho que o Brasil tenha condições de ter bombas atômicas nos próximos 10 anos, mas precisa iniciar a discutir. (…) O Brasil possui recursos naturais, energias, terras raras…”
Pela legislação brasileira e pelos acordos internacionais dos quais o país é signatário, o Brasil não pode desenvolver ou adquirir armas nucleares .
A Constituição Federal estabelece que as atividades nucleares no país devem ter fins exclusivamente pacíficos .
Além disso, o país aderiu ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) em 1998.
Com isso, comprometeu-se a não fabricar, adquirir ou receber armas nucleares.
O Brasil também é signatário do Tratado de Tlatelolco , que estabeleceu a América Latina e o Caribe como uma zona livre de armas nucleares.
Apesar dessas restrições, o país possui um programa nuclear desenvolvido, com geração de eletricidade, pesquisa e capacidade de enriquecimento de urânio para fins pacíficos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.