segunda-feira, 26 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Lula é reeleito presidente, e Flávio diz que vai pedir anulação das eleições; siga› Musk diz que SpaceX captou US$40 bi em dívida para comprar GPUs› Fila de espera e reparo salgado: os prós e contras do 1º iPhone dobrável› Conteúdo ultraprocessado e o debate eleitoral› YouTube infringiu regra do TSE ao indicar vídeo de candidato, diz UFRJ› Reino Unido orienta moradores a guardar água e comida para três dias› Órgão regulador de Wall Street vai focar fiscalização sobre IA e tokens› PwC confirma incidente de segurança digital envolvendo dados de funcionários› Agentes de IA invadem contas e bancos correm para mudar segurança› MiniMax conclui registro de exportação para modelos de IA de código aberto no exterior› Lula é reeleito presidente, e Flávio diz que vai pedir anulação das eleições; siga› Musk diz que SpaceX captou US$40 bi em dívida para comprar GPUs› Fila de espera e reparo salgado: os prós e contras do 1º iPhone dobrável› Conteúdo ultraprocessado e o debate eleitoral› YouTube infringiu regra do TSE ao indicar vídeo de candidato, diz UFRJ› Reino Unido orienta moradores a guardar água e comida para três dias› Órgão regulador de Wall Street vai focar fiscalização sobre IA e tokens› PwC confirma incidente de segurança digital envolvendo dados de funcionários› Agentes de IA invadem contas e bancos correm para mudar segurança› MiniMax conclui registro de exportação para modelos de IA de código aberto no exterior
Política

41 anos de democracia e nova chance para Lula

Poder360 ·
41 anos de democracia e nova chance para Lula

Presidente eleito para o 4º mandato tem capital político para pacificar e harmonizar a relação entre os Três Poderes

O Brasil foi às urnas. Elegeu 1.035 deputados estaduais, 24 deputados distritais, 27 governadores, 54 senadores e 1 presidente da República. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito para comandar o país pelos próximos 4 anos. Começa seu 4º mandato a partir de 5 de janeiro de 2027.

A atual fase democrática brasileira começou em 15 de março de 1985, há 41 anos, quando deveria ter tomado posse como presidente Tancredo Neves (1910-1985) –ele foi internado às pressas com uma diverticulite e, no seu lugar, assumiu José Sarney.

Não foi fácil chegar até aqui. Sarney, um civil, havia sido o presidente da Arena, partido que deu sustentação à ditadura militar (1964-1985). O Brasil já teve 10 eleições diretas para presidente. Enfrentou 2 impeachments. Muitos solavancos vieram, como o da decisão de ontem, domingo (25.out.2026), no final da tarde, assinada pelo ministro do STF Cristiano Zanin. O magistrado determinou que o horário de votação fosse prorrogado em duas horas –isso pouco antes de 17h, quando as urnas já estavam sendo fechadas. Felizmente, nada de grave acabou acontecendo para mudar o resultado das urnas por conta dessa medida extemporânea.

O fato é que o ambiente institucional anda sendo tisnado por decisões intempestivas como essa do ministro Cristiano Zanin. A institucionalidade fica comprometida. Não é à toa que as taxas de aprovação do Supremo Tribunal Federal , do Congresso e do Executivo são baixas. As desavenças entre as instituições são combustível para o Brasil continuar dividido. Há muita beligerância no ar.

Num regime presidencialista, cabe ao ocupante do Palácio do Planalto comandar um processo de pacificação. O maior desafio de Lula será construir um ambiente mais harmônico entre os Três Poderes. Quando o petista foi eleito em 2022, o empresário Abílio Diniz (1936-2024) escreveu um artigo para este Poder360 e fez um apelo logo no momento seguinte à disputa: “Que o presidente eleito consiga pacificar e unir o nosso país, gerando crescimento, criando empregos, melhorando a distribuição de renda e diminuindo fortemente a desigualdade” .

Esse conselho de Abílio Diniz foi desprezado por Lula nos últimos 4 anos. Ao assumir seu 3º mandato, o petista afirmou que governaria com uma frente ampla de partidos e setores da sociedade. Não cumpriu o prometido e não pacificou o ambiente do poder. Ao contrário. A política hoje está mais belicosa e o grau de agressividade subiu de patamar. Caiu o nível de civilidade entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Nesse clima, perde a República, perdem os cidadãos, perde o país.

No seu discurso de vitória no domingo à noite, o presidente afirmou novamente que pretende governar para todos os brasileiros e que, terminada a eleição, não tem mais adversários. Só que no mesmo discurso afirmou que venceu um “representante genuíno do milicianismo” , uma pessoa que não tem “uma célula de humanismo” . Era uma referência derrogatória ao candidato derrotado, Flávio Bolsonaro (PL). O que Lula ganhou fazendo essa referência? Nada.

Ler a notícia completa no Poder360 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

Este assunto em outros veículos

Mais de Poder360

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›