quinta-feira, 13 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Nanopartícula combina duas estratégias para acelerar a cicatrização de feridas crônicas Matéria orgânica dos oceanos está carregada de poluentes industriais e farmacêuticos FAPESP lança chamada de propostas com agência científica japonesa Racismo e exclusão no mercado do amor Treinamento técnico em saúde da mulher Treinamento técnico em ciências ambientais na UFABC de Santo André USP de Bauru recebe inscrições para residências em áreas profissionais da saúde Papos de Física: ‘Supercordas e a gravitação quântica’ Israel explode e incendeia casas em cidades no sul do Líbano Coreia do Norte dispara 2º míssil em uma semana diante dos ‘exercícios de invasão’ de Washington e Seul Nanopartícula combina duas estratégias para acelerar a cicatrização de feridas crônicas Matéria orgânica dos oceanos está carregada de poluentes industriais e farmacêuticos FAPESP lança chamada de propostas com agência científica japonesa Racismo e exclusão no mercado do amor Treinamento técnico em saúde da mulher Treinamento técnico em ciências ambientais na UFABC de Santo André USP de Bauru recebe inscrições para residências em áreas profissionais da saúde Papos de Física: ‘Supercordas e a gravitação quântica’ Israel explode e incendeia casas em cidades no sul do Líbano Coreia do Norte dispara 2º míssil em uma semana diante dos ‘exercícios de invasão’ de Washington e Seul
Economia

Varejo pressiona Congresso pela volta da taxa das blusinhas

Exame ·
Varejo pressiona Congresso pela volta da taxa das blusinhas

O varejo aumentou a pressão sobre o Congresso para retomar a cobrança da chamada taxa das blusinhas, o Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 em sites como Shein e Aliexpress.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX) e o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), duas das principais entidades do setor, defendem que deputados e senadores revertam a decisão do governo Lula de zerar a alíquota de 20%.

A disputa começa pela própria comissão mista que analisará a MP 1.357 . A definição do comando do colegiado ficou para esta quinta-feira, 13, porque ainda não há consenso entre deputados e senadores sobre quem assumirá a presidência e a relatoria. Caberá à comissão apresentar o primeiro parecer sobre a medida antes da votação nos plenários da Câmara e do Senado. Para não perder validade, o texto precisa ser votado até 8 de setembro.

A medida tem peso político para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às vésperas da eleição. A redução do imposto barateia as compras internacionais de baixo valor, populares entre consumidores brasileiros, mas colocou o Planalto novamente em confronto com varejistas e fabricantes nacionais.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, já afirmou que a medida terá duração até o fim do ano antes de ser reavaliada pela equipe econômica.

A ABVTEX defende que a MP perca a validade. Segundo a associação, quase 800 mil empregos estão em risco nos setores mais expostos à concorrência das plataformas internacionais. A entidade afirma que sete em cada dez trabalhadores desses segmentos são mulheres.

O IDV também critica a mudança. O instituto argumenta que a alíquota anterior de 20% já era insuficiente para equilibrar a competição entre importados e produtos nacionais e defende isonomia tributária: se a importação de até US$ 50 ficar livre do imposto federal, o mesmo tratamento deveria valer para produtos nacionais nessa faixa de preço.

O principal argumento das entidades é que zerar o imposto amplia a diferença de custos entre empresas instaladas no Brasil e plataformas estrangeiras, sobretudo asiáticas. A cobrança de ICMS continua nas encomendas internacionais.

A reação do varejo ocorre após uma forte alta das compras internacionais. Em junho, primeiro mês completo após o fim da cobrança federal, o número de encomendas de até US$ 50 avançou 40% em relação a maio e 74% na comparação com abril, segundo dados da Receita Federal analisados pelo BTG Pactual e publicados pela EXAME.

Os dados passaram a integrar o argumento das entidades para pressionar o Congresso. A ABVTEX afirma que cerca de 3 mil postos de trabalho foram fechados no varejo em maio e atribui 97% dessas perdas aos segmentos mais expostos às plataformas internacionais.

O IDV, por sua vez, aponta o movimento no sentido contrário após a criação da taxa. Segundo a entidade, o varejo criou 107 mil empregos no primeiro ano de vigência da cobrança de 20%.

A taxa havia entrado em vigor em agosto de 2024, após uma negociação entre Congresso, governo e setor produtivo.

Ler a notícia completa no Exame ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em exame.com — o conteúdo pertence a Exame.

Este assunto em outros veículos

Mais de Exame

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›