Espetáculo “Se A Memória Não Me Falha” reestreia em Curitiba
A peça “ Se A Memória Não Me Falha ” entra em cartaz para uma curta temporada no Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco) a partir do dia 27 de agosto até dia 6 de setembro.
O texto é de Fábyo Rolywer e Jheny Goll, sob direção de Leo Campos, seguindo a história de dois personagens que misteriosamente perdem a memória em uma noite chuvosa.
A entrada é gratuita e as sessões dos dias 28 de agosto e 4 de setembro contarão com tradução em libras.
Curitiba Folia está de volta com Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé A montagem estreou em 2024 no Mini Auditório Glauco Flores de Sá Britto, sempre com sessões esgotadas, e participou de festivais do Paraná, obtendo 10 indicações e conquistando seis prêmios, entre eles Melhor Atriz, Melhor Diretor, Melhor Dramaturgia e Melhor Espetáculo.
Quer receber notícias de Diversão e Arte em Curitiba e no Paraná? Entre na Comunidade do Bem Paraná https://chat.whatsapp.com/CXeNWUuaG3y2Qh8fgaxPkt Resgatando um dos maiores gêneros do século XX — o Teatro do Absurdo — a peça se inspira em autores como Eugène Ionesco, Samuel Beckett e Fernando Arrabal.
Com humor e estranhamento, aborda temas como memória, isolamento e identidade, propondo ao público uma experiência que mistura diversão e reflexão.
Para o ator e autor Fábyo Rolywer, o texto parte de uma provocação contemporânea: “Na escrita do texto quisemos resgatar o Teatro do Absurdo e trazê-lo para um contexto atual.
A dramaturgia parte de uma situação limite, onde dois personagens perdem a memória, e a partir daí constrói um labirinto de diálogos e ações que revelam fragilidades humanas, ironias e contradições.
O Absurdo, ao meu entender, é um espelho distorcido da nossa realidade, que nos faz rir enquanto nos reconhecemos nos excessos e na falta de sentido das coisas.
Nesse jogo entre riso e reflexão, a peça se sustenta e dialoga com o público.
É um gênero que permanece atual justamente porque nossas inquietações continuam as mesmas, apenas mudam de cenário”, explica Fábyo.
A atriz e autora Jheny Goll destaca o trabalho em cena e a relação com o público: “O Teatro do Absurdo é um gênero que aborda nossas fragilidades e a eterna busca por sentido em um mundo que, mesmo após décadas, ainda enfrenta crises de solidão e angústia.
Ele utiliza o riso filosófico para provocar uma profunda reflexão.
Atuar nesse gênero é um desafio que exige equilíbrio entre precisão técnica e liberdade criativa, permitindo que os personagens, em situações extremas, mantenham naturalidade e aproximem a plateia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.