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Ex-presidente do Barça admite exagero ao falar de Messi e não se desculpa

UOL Esporte ·
Ex-presidente do Barça admite exagero ao falar de Messi e não se desculpa

Joan Gaspart, ex-presidente do Barcelona, disse que exagerou ao comentar uma possível despedida de Lionel Messi do clube, mas afirmou que não pretende pedir desculpas ao argentino. As declarações foram dadas ao podcast Sólo Para Culés .

Gaspart voltou atrás no tom após ter feito uma crítica a Messi no início da semana. Ele disse que a intenção era reforçar que a história do Barcelona não se resume ao período em que o argentino esteve no elenco.

O ex-dirigente afirmou que chegou a mandar mensagem ao jogador e reconheceu que passou do ponto. "Enviei uma mensagem ao Leo, e como gosto tanto dele... exagerei. Disse-lhe: 'Gostamos muito de ti, mas o Barça é mais do que tu'. Aí podia ter terminado", afirmou Gaspart.

Mesmo admitindo o exagero, Gaspart rejeitou a ideia de pedir perdão ao craque. "Pedir perdão a Messi? Eu nunca pedi perdão aos meus filhos quando lhes recriminei por algo que achava que era o melhor para eles", disse, antes de completar: "Pode-se gostar de Messi tanto como 'eu', mas não se pode gostar de Messi mais do que 'eu'."

A polêmica começou na segunda-feira. Gaspart havia comentado a possibilidade de o Barcelona realizar um jogo de despedida para Messi , assim como a Argentina fez contra Benim. Ele exaltou o argentino, mas questionou: "Quem ele pensa que é?".

Leo, como futebolista, é o melhor do mundo, indiscutível. Só há uma coisa de que não se pode esquecer. O Barcelona está acima dele. Que tenha cuidado, e digo a ele pelo amor histórico que tenho por um jogador que contratei quando ele tinha 13 anos e eu era presidente do Barça. Quem é que ele pensa que é? Que tenha cuidado. É um grande jogador, o melhor do mundo, em parte por causa do Barcelona, portanto, isso não pode esquecer. Joan Gaspart, ao Sólo para Culés, na segunda-feira

Messi tem contrato com o Inter Miami até o fim de 2028 . A última partida dele pelo Barcelona foi no dia 15 de maio de 2021. De lá para cá, ele passou duas temporadas no PSG e, só depois, se mudou para os Estados Unidos.

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