Grupo que clonava WhatsApp e invadia contas bancárias causou prejuízo de ao menos R$ 500 mil, diz polícia; 16 são procurados
Chefe de grupo que clonava WhatsApp e invadia contas bancárias é preso no PI O grupo suspeito de clonar números de telefone, invadir contas bancárias e aplicar golpes causou pelo menos R$ 500 mil em prejuízos a vítimas em diferentes estados do país, segundo a Polícia Civil do Piauí (PC-PI).
A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (20) pelo delegado Humberto Mácola, durante a segunda fase da Operação Chip Falso.
LEIA TAMBÉM: Chefe de grupo que clonava WhatsApp e invadia contas bancárias é preso no PI Além do prejuízo, a polícia informou que 16 pessoas ainda são procuradas.
Nesta segunda etapa, foram cumpridos 32 mandados judiciais e seis pessoas foram presas em Teresina.
A primeira fase da operação ocorreu em 15 de julho, quando 30 mandados foram cumpridos e 10 pessoas foram presas. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Segundo o delegado, a investigação avançou após as informações obtidas na primeira fase, permitindo identificar como o grupo conseguia acessar sistemas de operadoras de telefonia e transferir números de vítimas para chips controlados pelos criminosos.
"Foi muito proveitosa a primeira fase, porque nós tivemos informações de como eles conseguiam entrar no sistema.
Já sabemos como eles entravam", afirmou Humberto Mácola à TV Clube.
Grupo continuou agindo após primeira operação Segundo o delegado Humberto Mácola, os integrantes do grupo continuaram praticando as fraudes mesmo depois da primeira fase da Operação Chip Falso.
Na primeira etapa, a polícia identificou uma residência no bairro Monte Castelo, na Zona Sul de Teresina, que era utilizada pelos investigados e foi chamada pelos policiais de "Casa da Fraude".
Após a operação, segundo o delegado, os suspeitos passaram a atuar em outro imóvel, em outro bairro da capital.
O novo local foi identificado pelos investigadores por meio de provas técnicas.
"Com a deflagração da primeira fase, nós conseguimos debelar aquela casa e eles continuaram agindo em outra casa, em outro bairro aqui de Teresina, que nós identificamos inclusive com provas técnicas", disse.
Investigação pode ter novas fases Durante a segunda fase, os policiais apreenderam notebooks, computadores e celulares.
O material será analisado para buscar novas provas sobre a atuação do grupo.
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