Gata enfrenta viagem de 40 horas por três países até novo lar nos EUA após morte do tutor em MS
Gata Aninha viajando rumo aos EUA.
Joseli Gomes.
A despedida de José Pereira, de 73 anos, não terminou no velório.
Para a filha, a diretora de Recursos Humanos Joseli Gomes, levar Aninha, a gata que pertencia ao pai, para os Estados Unidos foi uma forma de preservar um dos vínculos mais afetivos deixados por ele.
José morreu de um infarto fulminante em Campo Grande, em julho deste ano.
A morte foi inesperada e interrompeu os planos de uma viagem que faria com a esposa para os Estados Unidos.
Aninha, por sua vez, tirou de letra a viagem de 40 horas até Chicago e hoje se adapta à nova rotina, sem o tutor querido, que partiu de forma inesperada.
Uma gata que escolheu o próprio tutor Joseli conta que Aninha chegou à vida de José de surpresa, em meados de 2020, durante a pandemia.
A gata havia sido resgatada da rua por um veterinário que morava próximo à casa da família.
Com o tempo, Aninha começou a pular o muro para ficar na companhia de José, carinhosamente chamado de “Fofo” pela família.
“Ela que escolheu o meu pai”, contou Joseli.
A aproximação entre os dois se tornou tão forte que o veterinário permitiu que a família ficasse definitivamente com a gata.
Aninha passou a fazer parte da rotina de José e permaneceu ao lado dele até a morte, em julho deste ano.
Joseli, Aninha e o José.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.