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Empresa curitibana quer se tornar o Uber dos lavadores de carros

Bem Paraná ·
Empresa curitibana quer se tornar o Uber dos lavadores de carros

Em vez de levar o carro até o lava-car, receber o serviço na própria garagem de casa ou no estacionamento do trabalho, e fazer isso com menor consumo de água. Essa é a proposta da Lavo na Vaga, uma startup curitibana que surgiu há um ano e já trabalha na ampliação de sua atuação. A ideia é se transformar numa plataforma que conecte clientes a profissionais de limpeza automotiva, tendo como inspiração um modelo de negócio já conhecido: o Uber.

“Em algum momento, a gente vai virar um Uber de lavador de carro”, afirma Henrique Schmidlin Cruz, de 37 anos, fundador e sócio da Lavo na Vaga. Segundo ele, por enquanto a empresa trabalha com equipe própria, atendendo Curitiba e região metropolitana mediante agendamento. Até a metade do ano que vem, o foco será na expansão com recursos e equipe próprios. Mas depois disso, a ideia já é começar a credenciar, licenciar e franquear a marca.

“Queremos ser uma plataforma que entrega qualidade, impacto socioambiental e tira pessoas da informalidade, porque esse é um mercado muito informal. São profissionais que poderão abrir um MEI e prestar serviços pra plataforma. Pode ser melhor do que trabalhar como motorista de Uber ou entregador de iFood. Se a pessoa fizer três carros por dia, por exemplo, trabalharia menos de oito horas e, pelos nossos cálculos, poderia tirar o que um motorista de Uber faz em 12 horas”, aponta Henrique.

A ideia de montar o negócio da Lavo na Vaga, conta Henrique, surgiu a partir de outra atividade empreendedora: a operação de mercadinhos autônomos, aquelas lojas de conveniência instaladas dentro de condomínios. Ao pensar em novos serviços para oferecer aos mesmos espaços, ele vislumbrou a possibilidade de lavar diretamente na vaga carros que passavam horas estacionados nas garagens.

Em seguida, Tiago Demoral, um conhecido de longa data, se juntou a ele no empreendimento. Os dois começaram a testar equipamentos e processos, até que em outubro do ano passado iniciaram os atendimentos. Segundo Henrique, algumas lavagens podem ser feitas com cinco litros de água, dependendo das condições do veículo.

“A ideia era vender o serviço de lavagem automotiva diretamente na vaga dos prédios. Como fazer isso dentro do estacionamento, na garagem subterrânea, onde não podemos usar água e energia do condomínio nem molhar o espaço?”, relata o fundador da startup. O processo, então, foi desenhado para dispensar o uso de água e energia das áreas comuns e utilizar tapetes de alta absorção para evitar que a vaga ficasse molhada ou suja.

Mais tarde, Gabriel, desenvolvedor responsável pelo sistema da empresa, passou a integrar a sociedade. Foi quando a Lavo na Vaga começou a se tornar uma plataforma e ganhou uma nova visão, atendendo não só condomínios, mas também empresas e indústrias, prospectando contratos para limpeza de frotas.

“Quando começamos, achávamos que seria um negócio mais simples: lavar carros nos prédios e condomínios. Mas começamos a desenvolver um sistema e a nos tornar uma startup, não só uma operação de lavagem de carros. Em algum momento, a gente vai virar um Uber de lavador de carro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.

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