Os 15 melhores filmes de todos os tempos, segundo James Cameron
James Cameron consolidou seu nome na história do cinema contemporâneo ao ao transformar narrativas ambiciosas em verdadeiros fenômenos culturais.
Ele comandou produções lendárias como Titanic (1997), vencedor de 11 estatuetas do Oscar , O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991) e a franquia Avatar — obras que revolucionaram os efeitos visuais e quebraram recordes históricos de bilheteria mundial.
O cineasta canadense é hoje considerado o diretor de maior sucesso comercial da história de Hollywood.
Alguns dados chocantes: três dos quatro filmes de maior arrecadação de todos os tempos são dirigidos por Cameron ( Avatar , Titanic e Avatar: O Caminho da Água ); ele foi o primeiro cineasta a dirigir um filme com orçamento superior a US$ 100 milhões (O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final , em 1991) e é o único diretor a liderar múltiplos filmes que ultrapassaram a marca de US$ 2 bilhões globalmente.
Apesar do sucesso colossal, Cameron é bastante seletivo em seus trabalhos.
Entre Titanic e o primeiro Avatar , lançado em 2009, ele dirigiu poucos projetos — e desde o início da franquia, se dedicou exclusivamente a ela.
Ele atuou na produção e no roteiro de outras obras, mas seu primeiro trabalho externo inédito como diretor foi com o filme-concerto de Billie Eilish , da turnê Hit Me Hard and Soft , lançado este ano.
Em entrevista à revista Empire , ele revelou a lista dos filmes que considera os melhores de todos os tempos e que moldaram sua carreira.
O cineasta destacou clássicos da ficção científica, como 2001: Uma Odisseia no Espaço e Star Wars , como as principais obras que o inspiraram a criar universos revolucionários como Avatar e O Exterminador do Futuro (1984).
Mas ele também menciona um clássico atemporal que pode ser seu favorito de todos os tempos: O Mágico de Oz , de 1937.
“Meu filme favorito é O Mágico de Oz “, disse Cameron .
“Está comigo desde sempre, desde a primeira vez que o vi numa televisão a preto e branco quando era criança, no início dos anos 60, até às sessões periódicas em família que ainda hoje o assisto.
Continua tão mágico como sempre foi” (via Farout Magazine ).
Aquele momento em que Dorothy abre a porta e sai do seu mundo a preto e branco para a vibrante terra de Oz em Technicolor ainda me emociona.
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