Educa��o de S�o Paulo est� na dire��o certa
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Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica ( Ideb ), divulgados na semana passada , confirmam que a educação em São Paulo avançou em todas as etapas avaliadas. Em um cenário de grandes desafios para a educação nacional, o estado alcançou marcas expressivas e iniciou um novo ciclo de crescimento.
Nos anos iniciais do ensino fundamental, o Ideb passou de 6,2 para 6,6 —a terceira melhor posição entre as redes estaduais do país. Nos anos finais, avançou de 5,1 para 5,2, a segunda melhor média já registrada pela rede. No ensino médio, historicamente o maior desafio da educação brasileira, o índice passou de 4,2 para 4,5, o melhor resultado da história de São Paulo, considerando a formação técnica integrada.
Os números mostram que é possível aproximar a escola das expectativas dos jovens quando a aprendizagem vem acompanhada de novas oportunidades. Por isso, a rede ampliou o ensino técnico e criou iniciativas como o Beem (Bolsa Estágio Ensino Médio), o Provão Paulista , que amplia o acesso às universidades públicas, e o Prontos pro Mundo, que proporciona experiências internacionais aos estudantes.
Os resultados confirmam tendências já apontadas por avaliações como o Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). As diretrizes do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para a recuperação da aprendizagem começaram a produzir uma mudança na trajetória da educação pública, com a retomada de patamares pré-pandemia.
Em parceria com os 645 municípios, o estado também atua para aprimorar a alfabetização, com apoio financeiro e pedagógico. Essa articulação tem contribuído para avanços em todo o território paulista: 70% das cidades avançaram no Ideb, indicando resultados na redução das desigualdades regionais. O trabalho também foi reconhecido com o Selo Ouro de Alfabetização, concedido pelo Ministério da Educação pelas ações do Alfabetiza Juntos SP.
Os números, porém, reforçam um desafio que São Paulo compartilha com o restante do país: aproximar os jovens da escola. O ensino médio continua concentrando os menores indicadores de aprendizagem, justamente em uma fase em que aumenta o risco de abandono escolar para trabalhar e ajudar a família.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.