VAR, 10, descumpre sua fun��o desde o 1� jogo
Luís Curro fala sobre as seleções, clubes, competições e jogadores do esporte mais popular do planeta
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
Ainda uma criança, mas parecendo estar entre nós há séculos, tamanha sua incrustação, o árbitro assistente de vídeo faz anos. Exatos 10, neste dia 12 de agosto.
Quando alguém completa mais 365 dias (ou 366, a cada quatro anos) de vida, espera ter um feliz aniversário. Se esse alguém é o VAR, não há quem possa estar mais feliz.
Polêmico, o árbitro de vídeo evoluiu gradativamente e tornou-se um personagem relevante ao extremo no futebol . Começou cheio de dúvidas e de desconfianças para, em um estalar de dedos, ser protagonista, mais que os outros envolvidos no jogo, seja o árbitro de campo (totalmente influenciável pela tecnologia), sejam os jogadores, sejam os treinadores, sejam os torcedores.
O VAR, cujo embrião surgiu no começo dos anos 2010, em um projeto da Federação Holandesa de Futebol denominado Arbitragem 2.0, entrou em cena com o intuito de evitar/corrigir "erros claros e óbvios". Constituía-se basicamente na utilização de imagens em vídeo para a checagem de jogadas.
Fifa e Ifab (o órgão que cuida das regras do esporte) encamparam a proposta, e testes começaram a ser feitos, a passos lentos, primeiramente sem que houvesse contato do árbitro de vídeo com o de campo, que seguiria (e segue) como o definidor de cada veredicto.
Então, no dia 12 de agosto de 2016, quando o mundo olhava para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro , realizou-se em Nova Jersey, nos EUA, a primeira partida em que o VAR atuou para valer. O duelo pela terceira divisão da liga norte-americana terminou com goleada do mandante, o New York RB II, por 5 a 1 sobre o Orlando City B, diante de 478 torcedores.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.