MP denuncia 9 pessoas por esquema com ‘Jogo do Tigrinho’ e lavagem de dinheiro no Tocantins
Esquema teria movimentado mais de R$ 20,4 milhões e era liderado por uma influenciadora.
Carlos Trinca/EPTV Nove pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa envolvida com o ‘Jogo do Tigrinho’ e lavagem de dinheiro foram denunciadas à Justiça.
Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO), o esquema teria movimentado mais de R$ 20,4 milhões e era liderado por uma influenciadora.
O grupo foi alvo da Operação Tigre de Areia, da Polícia Civil do Tocantins, em maio deste ano.
Segundo as investigações, a organização atuava, pelo menos desde 2023, em Palmas e outras regiões do país.
Somente na conta da influenciadora, teriam sido movimentados aproximadamente R$ 13,5 milhões em créditos entre junho de 2023 e maio de 2024.
Os nomes dos investigados não foram divulgados, por esse motivo, o g1 não localizou as defesas deles. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Segundo o MPTO, o grupo tinha divisão de tarefas para captar vítimas, movimentar recursos e ocultar a origem do dinheiro.
A influenciadora usava as redes sociais para divulgar plataformas clandestinas de jogos de azar, entre elas o ‘Jogo do Tigrinho’, além de promover sorteios sem autorização.
Agora no g1 Durante as apurações, o Ministério da Fazenda confirmou que ela não tinha autorização para realizar promoções comerciais, rifas ou captar apostas.
A denúncia também aponta que ela teria cometido estelionato mediante fraude eletrônica ao divulgar anúncios com promessas de lucros e renda extra por meio de apostas.
Em um dos casos, uma vítima teria sido enganada após receber mensagens frequentes com links para plataformas de apostas.
O prejuízo teria sido de R$ 68 mil, além de danos à saúde mental.
A análise financeira apontou que os valores eram distribuídos entre diferentes contas bancárias.
Também foram identificadas aquisições de imóveis e veículos de alto valor e a utilização de uma empresa que, segundo a denúncia, teria servido para dar aparência de legalidade aos recursos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.