Dia do Folclore: e se a Cobra Grande acordar? Veja lendas que marcam gerações em Itapetininga
Raimundão, Dama de Branco e Cobra Grande: lendas atravessam gerações em Itapetininga (SP) Jaime Rafael/TV TEM Histórias como as da Mula sem Cabeça, do Saci-Pererê e do Curupira são conhecidas em todo o país.
Transmitidas de geração em geração, essas narrativas ajudam a preservar costumes, crenças e tradições que atravessam o tempo.
Neste sábado (22), é celebrado o Dia do Folclore, data que valoriza essas manifestações da cultura popular.
Mas esqueça os personagens clássicos do folclore brasileiro.
Em Itapetininga (SP), as histórias incluem figuras e criaturas que, para muitos moradores, ainda hoje são capazes de causar arrepios. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsAp “Eu morria de medo de ir no banheiro sozinha, Deus me livre.
A minha bisavó falava que já viu a ‘Loira do Banheiro’, tempos atrás, na década de 1970.
Eu morria de medo”, relata a vendedora Beatriz dos Reis.
Uma das lendas mais conhecidas é a de Raimundão, um fazendeiro muito rico que teria escondido uma fortuna.
Depois de morrer, segundo a tradição, ele passou a assombrar aqueles que tentam encontrar seu tesouro.
A pesquisadora e escritora Walkiria Paunovic explica que muitas dessas histórias podem ter surgido a partir de fatos reais, mas foram ganhando novos elementos à medida que eram contadas de “boca em boca”.
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Até hoje as pessoas procuram a ‘riqueza do Raimundão’, abrem buracos em diversas regiões de Itapetininga tentando encontrar a fortuna dele.
Então, é interessante como essas lendas vão ganhando força no decorrer das décadas e vão se tornando reais”, pontua.
Diz uma das versões da lenda que Raimundão era um fazendeiro dono de muitas terras da cidade e rico.
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