Justiceiros de Copacabana e da UFRJ: duas faces da mesma moeda
Uma amiga me falou no meio da semana dizendo que estava sem energia, drenada pelo noticiário.
Não é para menos.
Tem dias em que abrir o jornal parece um teste de resistência psíquica.
É a contabilidade macabra do feminicídio que não dá trégua , a violência urbana naturalizada e a constatação estarrecedora de que o país decidiu adotar o justiçamento como método oficial de acerto de contas.
Leia mais (08/28/2026 - 19h00)
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