Novo viaduto pode resolver gargalo histórico em Curitiba
O projeto do Novo Viaduto do Orleans, sobre a BR-277, foi apresentado nesta segunda-feira (14).
A obra, que é muito aguardada pela população, promete resolver um gargalo histórico e melhorar a ligação entre os bairros Orleans, Santa Felicidade e Campo Comprido.
O projeto prevê a construção de um segundo viaduto paralelo ao atual, com ligação entre a Avenida Toaldo Túlio e a Rua Professor João Falarz e transposição da BR-277.
Também estão previstas adequações nas alças de acesso à rodovia, a continuidade da Rua Monsenhor Boleslau Falarz e a abertura de uma nova rua paralela à Avenida Vereador Toaldo Túlio, formando um sistema binário.
A obra do viaduto será executada pela Ecorodovias, como parte de um acordo judicial firmado com o Governo do Paraná.
Serão destinados R$ 45,2 milhões para a construção do novo viaduto, enquanto a Prefeitura de Curitiba, pelo Programa de Requalificação e Obras, o PRO Curitiba , investirá outros R$ 40 milhões na implantação do binário – R$ 25 milhões nas obras de infraestrutura e R$ 15 milhões em desapropriações necessárias para a abertura das novas ruas.
O projeto básico do novo viaduto foi desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).
Solução para um gargalo histórico em Curitiba Segundo o prefeito Eduardo Pimentel, a obra é resultado de uma articulação entre Estado, município, órgãos de controle e a iniciativa privada e representa a solução para um problema que se arrasta há décadas.
“Uma obra importante que acabará com um gargalo estrutural da cidade que será resolvido depois de pedidos de décadas”, disse o prefeito, que destacou ainda como o novo viaduto terá importância estratégica para distribuir o fluxo de veículos perto do Parque Barigui , especialmente para quem chega a Curitiba pela BR-277 vindo de Campo Largo e de outras regiões do Paraná.
Segundo Pimentel, Prefeitura e Estado trabalham para que as duas intervenções sejam concluídas em conjunto.
A previsão apresentada é de 18 a 24 meses de obras, embora a execução de uma estrutura não dependa da outra.
O impacto no trânsito durante a construção deverá ser reduzido, já que o projeto foi planejado para evitar a interrupção do fluxo da BR-277.
“O transtorno será o mínimo, mas o benefício será gigantesco”, disse Eduardo Pimentel.
Viabilização da obra O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou o trabalho realizado para viabilizar financeiramente a intervenção.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.