Justiça do Trabalho determina bloqueio em planos de previdência de Renan Santos e outros réus em ação
Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República Jornal Nacional/ Reprodução A Justiça do Trabalho determinou o bloqueio de até R$ 61,8 mil em planos de previdência privada de Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo partido Missão, e mais 17 pessoas e empresas rés em um processo trabalhista em Minas Gerais.
Na ação, um pintor alega que foi demitido de uma empresa supostamente ligada ao presidenciável sem os devidos direitos trabalhistas (leia mais abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp A condenação que exigiu o pagamento ao pintor foi determinada pelo juiz Ordenisio Cesar dos Santos, da 2ª Vara do Trabalho de Betim, na Grande BH, na última sexta-feira (28).
O caso foi publicado inicialmente pela "Folha de S.Paulo", nesta segunda-feira (31), e foi confirmado pelo g1.
No despacho, o magistrado ordenou que uma seguradora informe, em até dez dias, se os réus do processo possuem planos de previdência privada.
Se houver recursos disponíveis, eles deverão ser bloqueados até o limite do valor cobrado na ação, de R$ 61.803,71, para reparação ao trabalhador.
Agora no g1 O g1 entrou com a assessoria de imprensa de Renan Santos, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
Ação de 2014 A ação foi movida em 2014 por um homem que trabalhava na empresa Farbenplas Automotiva.
O g1 tenta contato com a empresa, que não se manifestou no processo.
À Justiça, o pintor afirmou que não recebeu corretamente verbas rescisórias após a demissão.
Ele também cobra diferenças salariais, horas extras, adicional de insalubridade, depósitos de FGTS e outras verbas trabalhistas.
Em 2016, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgou parte dos pedidos procedentes e condenou empresas e pessoas físicas ao pagamento do montante reconhecido na ação.
Entre os condenados na sentença está Renan Santos.
Desde então, o caso está na fase de execução, etapa em que a Justiça busca localizar bens e valores para quitar a dívida trabalhista.
Ao longo dos anos, foram realizadas tentativas de bloqueio de contas bancárias, buscas por veículos, imóveis e outros ativos financeiros dos executados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Minas Gerais.