Tarcísio minimiza ausência em agendas de campanha de Flávio em SP e evita falar em Presidência em 2030
Tarcísio de Freitas (Republicanos) durante coletiva de imprensa em São Paulo Reprodução/TV Globo O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), minimizou nesta segunda-feira (24) a sua ausência em parte dos compromissos de campanha do candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro.
Em entrevista coletiva, ele disse que "vai continuar levantando a bandeira do Flávio" e que a separação pode ser positiva em alguns momentos.
"Nós vamos ter muitas oportunidades de fazer agendas em conjunto.
E outra coisa, a divisão às vezes é boa.
Um cara está num lugar, o outro está em outro pedindo voto", disse Tarcísio após evento com comerciantes no Centro da capital paulista.
Como exemplo, o governador citou visita recente a Ribeirão Preto, no interior.
"Ele não estava comigo, mas eu estava lá pedindo voto para ele", disse.
Tarcísio também lembrou de agendas conjuntas que teve recentemente com o senador, como um encontro com empresários na Zona Leste da capital e a Festa do Peão de Barretos, no último sábado (22), ocasião em que chamou Flávio de "herdeiro do projeto de Bolsonaro".
Datafolha: Tarcísio de Freitas lidera com 18 pontos de vantagem sobre Fernando Haddad Mesmo sendo coordenador da campanha de Flávio em São Paulo, Tarcísio faltou à primeira agenda pública do candidato à Presidência de sua chapa na capital paulista, na última quinta-feira (20).
Nesta segunda, o senador também terá dois compromissos na cidade sem a presença do governador.
Questionado sobre o tema, Tarcísio negou qualquer afastamento e disse que continuará atuando pela eleição do candidato do PL.
"É fundamental ter um alinhamento com o governo federal, ter um presidente da República que converse com a gente, que olhe para nós, que nos dê prioridade. [...] A gente vai continuar levantando a bandeira do Flávio.
Tenho certeza que ele reconhece isso, e nós vamos estar juntos", declarou.
Presidência em 2030 Durante a entrevista, o governador também foi questionado sobre uma eventual candidatura à Presidência da República em 2030.
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