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Fornecedora da Casas Bahia, Positivo diz que exposição ao grupo é coberta por seguro

Bem Paraná ·

A fabricante de computadores Positivo Tecnologia, fornecedora do grupo Casas Bahia, informou ao mercado na segunda-feira (17) que o pedido de recuperação judicial da varejista não tem impacto material no montante que ela deve à companhia.

A Positivo tem sede administrativa em Curitiba, onde nasceu o grupo.

Casas Bahia fecham lojas no Paraná; em Curitiba seriam 5 O grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial no domingo (16) com uma dívida de R$ 17,3 bilhões.

A medida engloba, além das lojas Casas Bahia, dez empresas da holding, incluindo a Ponto Frio e o e-commerce Extra.com.

O anúncio veio após a empresa ter reportado prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre deste ano.

Saiba as últimas notícias de Curitiba e Paraná: entre na comunidade do Bem Paraná De acordo com a Positivo, o saldo atual de contas a receber do Grupo Casas Bahia é de aproximadamente R$ 19 milhões, o que corresponde a 2,7% de todo o saldo líquido da varejista reportado em junho.

A exposição, ou seja, os quase R$ 20 milhões, está coberta por seguro de crédito, contratado junto a duas seguradoras.

“A companhia acompanha de perto a evolução da situação das Casas Bahia e adotou as medidas comerciais e administrativas cabíveis para mitigação de eventual impacto, incluindo a ativação dos mecanismos previstos na apólice de seguro de crédito vigente”, diz a Positivo em comunicado ao mercado.

“A administração não identifica, no momento, risco material para os resultados do exercício de 2026 decorrente dessa exposição.” Bancos e fabricantes de eletrônicos estão entre os maiores credores Como mostrou a Folha de S.Paulo, instituições financeiras, grandes empresas de tecnologia e fabricantes de eletroeletrônicos estão entre os principais credores da Casas Bahia.

A lista é encabeçada pelo banco Digio, que faz parte do Grupo Bradesco, com R$ 3,28 bilhões a receber.

Depois aparecem Banco do Brasil (R$ 2,99 bilhões), a seguradora Zurich (R$ 1,98 bilhão) e o próprio Bradesco (R$ 1,5 bilhão).

A indústria de eletroeletrônicos, também está exposta à dívida.

A Samsung é a principal credora, com R$ 937,6 milhões em mercadorias fornecidas e que ainda não foram pagas.

Em seguida estão a Electrolux (R$ 700,1 milhões), LG Electronics (R$ 623,7 milhões), Motorola Mobility (R$ 619,0 milhões), Britânia (R$ 354,8 milhões) e TCL/Semp (R$ 330,9 milhões) —todas listadas como credoras quirografárias (ou seja, sem garantia).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.

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