terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Pezeshkian afirma que Irã retomará negociações se EUA cumprirem acordo Iraque se recusa a manter tropas norte-americanas no país após 30 de setembro Chefe do Exército dos EUA renuncia em meio a tensões com Pete Hegseth Empresa dos EUA assume campos de petróleo na Venezuela, anuncia Casa Branca União Europeia suspenderá importação de carne bovina brasileira a partir de quinta (03) Premiê da Espanha atribui crise em Ceuta à Rússia e Israel, que rejeitam acusações Mortes ultrapassam mil após enchentes massivas no Nepal e na China Brasil diz aos EUA que tarifaço é ‘injusto e discriminatório’ em 1ª reunião bilateral sobre tema Tribunal do RS rejeita denúncia contra Luciana Genro por suposta discriminação contra judeus Tim Cook se despede após 15 anos: quem é novo CEO da Apple e o que esperar Pezeshkian afirma que Irã retomará negociações se EUA cumprirem acordo Iraque se recusa a manter tropas norte-americanas no país após 30 de setembro Chefe do Exército dos EUA renuncia em meio a tensões com Pete Hegseth Empresa dos EUA assume campos de petróleo na Venezuela, anuncia Casa Branca União Europeia suspenderá importação de carne bovina brasileira a partir de quinta (03) Premiê da Espanha atribui crise em Ceuta à Rússia e Israel, que rejeitam acusações Mortes ultrapassam mil após enchentes massivas no Nepal e na China Brasil diz aos EUA que tarifaço é ‘injusto e discriminatório’ em 1ª reunião bilateral sobre tema Tribunal do RS rejeita denúncia contra Luciana Genro por suposta discriminação contra judeus Tim Cook se despede após 15 anos: quem é novo CEO da Apple e o que esperar
Últimas

Saída de Messi da seleção deixou argentinos órfãos e em clima de luto

UOL Notícias ·
Saída de Messi da seleção deixou argentinos órfãos e em clima de luto

A decisão do craque Lionel Messi de abandonar definitivamente a seleção nacional de seu país instalou na Argentina uma sensação de orfandade. A vida dos torcedores argentinos antes e depois de Messi não será apenas diferente, ela terá um vazio que, pelas primeiras reações da sociedade, será impossível de preencher por um longo tempo.

Quando Diego Maradona se retirou oficialmente do futebol, em 1997, Messi tinha dez anos e ainda morava em Rosário, na província argentina de Santa Fé, sua terra natal. Faltavam nove anos para que o craque entrasse para a seleção nacional, mas nesse período Maradona ainda se mantinha ativo e ocupava espaço no mundo do futebol.

Hoje, a saída de Messi abre um novo ciclo no futebol nacional, sem que exista no horizonte qualquer expectativa de um novo astro que atinja o nível de popularidade global que o agora ex-capitão da seleção argentina teve e, antes dele, Maradona.

Em palavras do jornalista esportivo Pablo Vignone, do jornal Página 12, "o impacto da notícia foi muito forte, apesar de que todos sabíamos que era o mais provável. Os argentinos reagiram como uma criança que não quer soltar seu brinquedo".

Até mesmo jornalistas esportivos se mostraram surpresos pela decisão de Messi. Alguns ainda sonhavam com ver o craque disputando a próxima Copa América e, quem sabe, a primeira partida da Copa de 2030. Todos os acenos dados por Messi a partir do final da Copa deste ano foram ignorados. Era uma esperança cega, que nesta segunda-feira morreu.

Em canais de TV locais foi debatido o futuro da seleção nacional, diante da incerteza sobre a continuidade do técnico Lionel Scaloni. Para Messi, apenas devoção, agradecimento, reconhecimento e um clima de luto por sua saída.

Alguns o compararam a um eclipse solar, algo que acontece uma vez a cada 100 anos. Foi despedida "a lenda"; lamentado o fim de "uma era inesquecível para o futebol argentino"; elogiada a forma de ser do craque, sua humildade e perseverança. Ninguém conseguiu esconder seu estado de choque.

A imagem de Messi sentado no gramado e com lágrimas nos olhos após perder a Copa nos Estados Unidos foi um aviso. O próprio craque confirmou na carta divulgada em suas redes sociais que escreveu o texto dois dias após o fatídico jogo contra a Espanha. Mas, na Argentina, a esperança continuava viva.

Talvez porque os argentinos temem que sem Messi a seleção entre num novo ciclo profundamente desafiador, sem grandes nomes dos futebol internacional. Com Messi, a Argentina disputou três das últimas quatro finais de Copa do Mundo.

Contrariando a frase "Toda unanimidade é burra", atribuída ao dramaturgo Nelson Rodrigues, na Argentina de Messi é, desde 2021, quando a seleção nacional venceu a Copa América no Maracanã, uma unanimidade absoluta. Por isso, sua saída da seleção provocou um clima de luto nacional.

No ano passado, a morte do ex-presidente do Uruguai, José "Pepe" Mujica, deixou a mesma sensação de orfandade no país. Mujica não era uma unanimidade, mas sua trajetória era reconhecida por todos, assim como sua contribuição para a transição democrática da sua nação. Como Messi na Argentina, Mujica colocou o Uruguai no mundo.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›