Petróleo em queda e Lula na ONU estão no radar do investidor
A semana inicia com os indicadores futuros de ações americanas avançando, com a baixa de mais de 3% no preço do petróleo, para os US$ 100 novamente.
No Brasil, a 15 dias da eleição, os investidores se voltam para a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Assembleia Geral da ONU e aguardam a ata do encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), amanhã, e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), na sexta-feira.
A redução do preço do petróleo ocorre após a escalada das hostilidades no Oriente Médio durante o fim de semana.
Os Houthis, apoiados pelo Irã, afirmaram ter atacado a Arábia Saudita com mísseis no sábado.
No mesmo dia, o Departamento de Estado dos Estados Unidos aconselhou os americanos a reconsiderarem viagens ao Oriente Médio, com os EUA e o Irã trocando ameaças de ataques.
Contudo, analistas do banco JPMorgan observaram que os fluxos da commodity "permanecem surpreendentemente fortes", apesar das interrupções recentes.
Além disso, a expectativa de um encontro entre Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e Xi Jinping, presidente da China, nesta semana anima os investidores.
Na pauta, estarão tarifas, minerais críticos e inteligência artificial, além de outros temas econômicos.
Na semana passada, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) subiuas taxas de juros pela primeira vez em três anos, em um momento em que os EUA enfrentam dificuldades para controlar uma inflação persistente.
No Brasil, o Boletim Focus, com as previsões para os principais indicadores econômicos, é o destaque da agenda do dia, antes da ata do Copom, que será divulgada nesta terça-feira (21), e da divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), na sexta-feira (25).
A 15 dias do primeiro turno das eleições brasileiras, o mercado também se volta para a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Assembleia Geral da ONU.
Além disso, a corrida eleitoral e novas pesquisas de intenção de voto exigem a atenção dos investidores.
O mercado também continua acompanhando o caso Master.
Seis dias após a sessão plenária que levou ao ápice da crise no Supremo Tribunal Federal (STF), a semana na instituição começa com os holofotes novamente sobre o ministro Alexandre de Moraes e a suprema corte.
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