Mansão usada por Lulinha foi alugada por testemunha da Lava Jato
A Polícia Federal apura o aluguel de uma mansão, em Brasília, da empresária Roberta Luchsinger para Fábio Luís da Silva, o Lulinha, acusado de tráfico de influência.
Segundo os investigadores, o imóvel teria sido contratado em nome de outra pessoa, com exigência de confidencialidade.
A informação foi publicada pelo jornal O Globo.
A imobiliária que participou da negociação afirmou que a documentação foi assinada por Rafael Nicolau Arbex .
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A sentença, no entanto, foi anulada em 2021.
Bittar era o dono formal do sítio, que foi reformado pela Odebrecht com as empreiteiras OAS e Schahin e o pecuarista José Carlos Bumlai para que, segundo a investigação, o petista usasse naquele ano.
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1 de 5 Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é suspeito de atuar para favorecer o Careca do INSS Reprodução 2 de 5 Filho do presidente é suspeito de tráfico de influência Reprodução 3 de 5 O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha Danilo M.
Yoshioka/ Especial Metrópoles 4 de 5 Careca do INSS e Lulinha Arte Metrópoles/Reproduçãp 5 de 5 Careca do INSS e Roberta Luchsinger Material obtido pela coluna/ Reprodução redes sociais No imóvel de Brasília, segundo a imobiliária, Roberta visitou a casa e participou da negociação do aluguel, mas quem assinou foi Rafael, em 2024.
Depois de fechar o contrato, ex-funcionários afirmaram que a empresária e Lulinha recebiam visitantes e realizavam reuniões.
A mansão fica em um condomínio fechado, no Lago Sul, com acesso restrito a pessoas autorizadas.
O aluguel na região custa, em média, R$ 240 mil por ano, segundo informações de imobiliárias.
Investigação Lulinha é alvo de três inquéritos no Supremo.
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