Jesus ou Flávio Bolsonaro? Não é uma escolha difícil
Há escolhas políticas que exigem reflexão.
Mas algumas ficam mais simples quando abrimos a Bíblia e lemos o Evangelho sem filtros ideológicos.
Quando colocamos lado a lado as propostas de Flávio Bolsonaro e o ensinamento de Jesus em Mateus 25, a pergunta é inevitável: de que lado estamos? Jesus não apresentou um programa partidário, mas estabeleceu um critério para avaliar nossa fidelidade a Deus: “Tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me” (Mateus 25.35-36).
O detalhe mais importante vem logo depois: Jesus se identifica com essas pessoas.
O faminto, o sedento, o estrangeiro, o desamparado, o doente e o preso não estão à margem do Evangelho.
Estão no centro dele.
E o que isso tem a ver com política? Tudo.
Afinal, decisões políticas determinam quem terá acesso à comida, à água, à moradia, à saúde, à educação e à segurança.
Quando um governo fortalece o Bolsa Família e os programas de segurança alimentar, ajuda a colocar comida na mesa de quem tem fome.
Quando investe em saneamento, abastecimento de água, poços artesianos e na transposição do Rio São Francisco, contribui para que mais brasileiros tenham acesso a um bem indispensável à vida.
Quando amplia o Minha Casa, Minha Vida, oferece condições para que famílias conquistem moradia digna.
Quando cria iniciativas como o Pé-de-Meia, ajuda jovens a permanecerem na escola.
Quando fortalece o SUS e programas como o Brasil Sorridente, amplia o acesso à saúde, especialmente para quem não pode pagar por atendimento privado.
Essas políticas não são perfeitas, nem resolvem todos os problemas do país.
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