Por que choramos ao cortar cebola? Descontraída, bióloga desvenda 'mistérios' da ciência e faz sucesso nas redes
Por que choramos ao cortar cebola? Descontraída, bióloga desvenda 'mistérios' da ciência e Por que o cheiro de chuva é tão gostoso? Por que choramos quando cortamos cebola? E por que basta ver alguém bocejando para bocejarmos também? São perguntas simples, que fazem parte do dia a dia, mas nem sempre encontram espaço para respostas nas aulas tradicionais de ciências.
Foi justamente o interesse por essas pequenas descobertas que levou a bióloga Maitê Almeida, de 33 anos, da a transformar dúvidas comuns em conteúdo para a internet. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Bióloga mineira Maitê Almeida usa redes sociais para ensinar ciência de forma descomplicada Arquivo Pessoal No Dia do Biólogo, celebrado em 3 de setembro, o g1 conversou com a especialista mineira sobre a produção de conteúdo científico nas redes sociais e a forma que ela encontrou para explicar fenômenos presentes no cotidiano.
Ciência descomplicada e curiosa Natural de Muriaé, Maitê é formada em Biologia pela Faculdade Santa Marcelina.
Atualmente, trabalha como professora particular, técnica em enfermagem e coordenadora do Ambulatório de Nefrologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF).
A ideia de produzir vídeos, no entanto, começou de um jeito diferente.
No trabalho, os amigos sempre a incentivavam a criar conteúdos de comédia para a internet.
Ela até gostava da sugestão, mas uma pergunta sempre vinha à cabeça: “Como eu posso contribuir com isso?”, pensava.
A resposta veio quando percebeu que poderia juntar a comunicação com outra característica que sempre fez parte da vida dela: a vontade de entender como as coisas funcionam.
Assim nasceu a ideia de levar a ciência para as redes.
Bióloga mineira Maitê Almeida usa redes sociais para ensinar ciência de forma descomplicada Arquivo Pessoal No início deste ano, Maitê começou a se preparar para colocar o projeto em prática.
“Tomei coragem, comecei a me organizar para comprar microscópio e cenário”, contou.
E o microscópio logo virou um dos principais instrumentos para transformar a ideia em algo que pudesse ser visto.
Maitê passou a gravar vídeos observando diferentes materiais e mostrando ao público o que existe por dentro de coisas aparentemente comuns.
Já passaram pelas lentes do equipamento limão mofado, cebola, espermatozoides, cabelo e até sangue.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.