Briga de cachorro grande
Eduardo Velloso deu ”um puta de um carão público no senador Márcio Bittar”, que ousou criticar as atitudes do deputado federal, ao considerá-lo de esquerda. Para desespero de Bittar, o médico-deputado decidiu manter a candidatura ao senado, ameaçando destronar o senador-bolsonarista de sua cadeira. Tem hora que ficar calado é a melhor solução, não é, Arnaldo?
Foi um ato falho, de desmedida e despretensiosa sinceridade, do senador Bolsonarista, quando ele disse que nunca cobrou “um centavo” do suplente Eduardo Velloso. Bittar falou como quem estivesse em um bar, uma beira de calçada em uma esquina qualquer. Falou como quem fala da rotina. E isso é o que torna grave a afirmação: é uma verdade. Tão velha quanto Brasília.
Com o aumento do público, filas extensas e espaços cada vez mais lotados, chegou a hora de o Governo do Estado discutir seriamente, inclusive com o TCE, a possibilidade de ampliar a estrutura ou adquirir uma nova área para explorar a Feira Agropecuária de Rio Branco. A ideia é viável, mas precisa ser analisada com responsabilidade, planejamento e transparência, inclusive com o acompanhamento dos órgãos de controle. Da forma como o deputado PDTchê tem encaminhado, a ideia só beneficia a família dele, não ao agronegócio e o governo. Tem jabuti na forquilha!
A Expoacre 2026 deixou uma constatação evidente: o atual Parque de Exposições já não comporta o crescimento da maior feira agropecuária do Acre.
Jorge Viana, de besta, não tem nada! Algum desavisado e desatento pode ter ficado surpreso com a escolha do ex-prefeito de Xapuri, Bira Vasconcelos, para a primeira suplência. Jorge Viana não é bom de Política. Ele é muito bom mesmo de cálculo.
Qual o ponto comum de Bira e Aníbal Diniz? O que há de comum entre os dois não é a fidelidade a Jorge Viana. A questão não é de fidelidade. A questão é de subserviência. São pessoas que não alimentam qualquer possibilidade de votar destoando do possível titular do cargo, caso passe na prova das urnas.
Gilberto Siqueira não está mais conosco. O inquieto ex-secretário de Planejamento do Governo da Floresta fez a passagem. “Giba”, como era carinhosamente chamado, trouxe muitos recursos de Brasília para o Acre na base do grito. Compreendeu, como poucos, os meandros de Brasília.
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