“3, 2, 1... gravando!”: Pipoca em Cena retoma oficinas de audiovisual em escolas públicas de Manaus nesta quarta
Estudantes participaram de atividades ofertadas pelo projeto Pipoca em Cena.
João Paulo Oliveira/FRAM A 12ª edição do Pipoca em Cena, iniciativa da Fundação Rede Amazônica, retoma as atividades nesta quarta-feira (26) com oficinas de formação cinematográfica para cerca de 100 estudantes de duas escolas públicas de Manaus.
Nesta edição, participam alunos da Escola Estadual Cívico-Militar Fueth Paulo Mourão, no bairro São Jorge, zona Oeste, e da Escola Estadual Francelina Assis Dantas, no Alvorada 2, zona Centro-Oeste.
As atividades seguem até 1º de setembro, com oficinas realizadas simultaneamente nas duas escolas, nos turnos da manhã e da tarde.
Durante a formação, os estudantes vão conhecer diferentes etapas da produção cinematográfica, desde a criação das ideias e dos roteiros até as gravações e a edição.
Ao final, serão produzidos 20 curtas-metragens com foco em meio ambiente e sustentabilidade.
Para Denis Carvalho, especialista em projetos da Fundação Rede Amazônica, o projeto amplia o acesso dos estudantes ao audiovisual e estimula o protagonismo. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Agora no g1 “O Pipoca em Cena cria uma oportunidade para que esses estudantes tenham contato com o audiovisual não apenas como espectadores, mas como protagonistas.
A partir das oficinas, eles podem desenvolver ideias, contar histórias e refletir sobre temas importantes para a sociedade”, destacou.
Durante as oficinas, os próprios alunos participam da construção das histórias e das diferentes etapas de produção dos filmes.
A proposta é utilizar o cinema como ferramenta de expressão e estimular um novo olhar sobre questões ambientais presentes no cotidiano.
Segundo Anderson Mendes, gerente de conteúdos da Fundação Rede Amazônica e coordenador das oficinas, a experiência permite que os jovens tenham contato prático com o cinema.
“O Pipoca em Cena aproxima os estudantes do audiovisual de forma prática e criativa, mostrando que o cinema também pode ser uma ferramenta de expressão, aprendizado e transformação.
Durante cinco dias, vamos estimular esses jovens a contar suas próprias histórias por meio do cinema”, afirmou.
A escolha das escolas levou em consideração critérios como estrutura, logística e adesão da comunidade escolar.
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