Cidades da Grande Manaus registram qualidade do ar “péssima” neste domingo
Cidades da região metropolitana de Manaus registraram entre a manhã e a tarde deste domingo (11) qualidade de poluição do ar considerada “péssima” .
Segundo o Selva (Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental), da UEA (Universidade do Estado do Amazonas), o nível é atingido quando o índice de poluição está acima de 125 µg/m³ (microgramas por metro cúbico, unidade usada para medir e indicar a concentração de um poluente no ar).
Em última atualização, três municípios regsitravam o nível de qualidade classificado como “péssimo” : Careiro da Várzea (222,1 µg/m³), Careiro (198,5 µg/m³) e Manaquiri (165,7 µg/m³).
Segundo o monitoramento da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil Municipal, na manhã de sábado (10), a capital amazonense chegou a registrar a média de 196,4 µg/m³ .
No entanto, no início da noite, o nível recuou para 46,4 µg/m³, considerado “moderado”.
Apesar da redução, a previsão é de risco alto para novos episódios de fumaça, com possibilidade de agravamento do índice e pico estimado de 169 µg/m³ na madrugada de segunda-feira (12).
Leia Mais Manaus atinge nível péssimo de qualidade do ar após queimadas na Amazônia Manaus tem aumento de atendimentos respiratórios por má qualidade do ar Amazonas amplia combate a queimadas no interior após fumaça avançar Em nota, a prefeitura de Manaus afirmou que suspendeu os eventos ao ar livre promovidos pela administração municipal previstos para este domingo e segunda.
Aumento de 271% em focos de incêndio O Amazonas registrou um aumento de 271% nos focos de incêndio nos dez primeiros dias de outubro deste ano .
Foram 1.380 ocorrências, contra 372 no mesmo período do ano passado.
Os dados são do Painel do Fogo, do Censipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia), que faz parte do Ministério da Defesa.
A iniciativa monitora queimadas e incêndios florestais .
A maior parte dos incêndios (1.186) aconteceu em áreas públicas, enquanto outros 93 em propriedades privadas.
Já 101 das ocorrências aconteceram em áreas sem definição.
Dos 1.380 focos, 174 foram classificados pelo Painel do Fogo como relacionados ao desmatamento , enquanto os demais não indicam uma causa específica.
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