Sarampo volta ao Brasil, e fake news sobre as vacinas, também
O sarampo voltou a registrar casos no Brasil e colocou a vacinação no centro das ações para evitar a transmissão do vírus.
Até 30 de julho, o país contabilizava 17 confirmações da doença em 2026.
Enquanto o Ministério da Saúde amplia a imunização, informações falsas sobre vacinas também voltam a circular nas redes sociais e podem dificultar a adesão da população.
O sarampo é transmitido pelo ar e passa de uma pessoa infectada para outra durante a tosse, o espirro ou a fala.
Os primeiros sintomas costumam ser febre, tosse, coriza e olhos vermelhos.
Depois, surgem manchas no corpo, que geralmente aparecem primeiro no rosto e atrás das orelhas.
Leia também: Sarampo: quem deve tomar a vacina e onde se imunizar em São Paulo A doença pode causar complicações, principalmente em crianças, entre elas, pneumonia e inflamação no cérebro.
A principal forma de evitar o sarampo é a vacinação.
A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
No calendário infantil, as doses são aplicadas aos 12 e aos 15 meses.
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