O que é o Complexo de Israel, “base de guerra” do TCP no Rio
A região conhecida como Complexo de Israel é novamente alvo de uma operação das forças de segurança do Rio de Janeiro desde o começo da manhã desta terça-feira (25).
Segundo as autoridades, a área é um espaço estratégico e serve como “base de guerra” do TCP (Terceiro Comando Puro).
O local, formado pelas comunidades de Cidade Alta, Cinco Bocas, Pica-Pau, Parada de Lucas e Vigário Geral , é dominado pelo grupo e abriga os principais criminosos da facção.
Leia Mais Colar dado para Neymar: o que é o “Círculo de Fogo”, no Centro de SP Polícia faz nova operação contra o TCP no Complexo de Israel (RJ) O que é e como funciona um "paraquedas de avião"; entenda caso em MG O Complexo de Israel se tornou um palco de confrontos marcados pela resistência armada e utilização de estruturas para dificultar o avanço das ações policiais.
Estrutura de resistência O complexo apresenta uma estrutura de resistência que tem chamado atenção das forças de segurança.
Recentemente, policiais encontraram barricadas equipadas com explosivos e veículos que, de acordo com as autoridades, estavam preparados para serem detonados com a aproximação das equipes.
A área funciona como um dos principais territórios de atuação da facção e, segundo as forças de segurança, tem uma organização voltada para resistir a incursões policiais.
Por isso, o local é visto como uma “base de guerra” do TCP , já que a região concentra homens armados , barricadas e outros mecanismos para manter o controle territorial.
O domínio de Peixão O principal nome ligado ao Complexo de Israel é o de Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão.
Ele é apontado pelas autoridades como uma das maiores lideranças do Terceiro Comando Puro.
O homem é associado à expansão da influência da facção na região e à consolidação do território como um dos seus principais pontos de atuação.
Peixão é descrito pela polícia como um criminoso extremamente violento e que tem como característica torturar os inimigos antes de matá-los.
O criminoso virou um dos alvos prioritários das forças de segurança do Rio de Janeiro, embora continue foragido.
A operação desta terça também faz parte de uma tentativa de identificar e prender integrantes da organização que atuam no complexo.
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